Sistema de Gestão
Ambiental
Dar o exemplo
Até 2005, a Câmara de Loures pretende ter
concluída a primeira fase do processo de implementação
do Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Tornar a Autarquia
numa instituição amiga do ambiente e dar o exemplo
à comunidade são os principais objectivos desta medida.
Desde
a conferência do Rio de Janeiro, realizada em 1992, que a
máxima “pensar globalmente, agir localmente”
vincula as instituições públicas na tomada
de medidas que promovam a preservação do meio ambiente,
rentabilizem recursos e reduzam consumos.
Neste âmbito, a Câmara de Loures - através do
Departamento do Ambiente - promoveu a implementação
do Sistema de Gestão Ambiental. Trata-se de um conjunto de
normas que pretendem dotar o Município de um código
de procedimentos “amigos do ambiente” e que, no futuro,
se traduzirá numa maior eficiência de processos, redução
de consumos (energéticos, matérias-primas, água,
entre outros), minimização de resíduos e efluentes,
diminuição dos riscos de possíveis acidentes
ambientais e maior capacidade de prevenção de outros
problemas.
Após a implementação do SGA, que deverá
acontecer em 2005, a Câmara de Loures ficará certificada
de acordo com as normas internacionais - designadas por ISO 14001
- e, aos olhos do Sistema Comunitário de Ecogestão
e Auditoria (EMAS), terá o estatuto de instituição
cumpridora das regras comunitárias de preservação
do meio ambiente.
Depois de concluído o processo de diagnóstico, a
Câmara está a lançar o processo de concurso
público para definir qual a empresa que acompanhará
a implementação do SGA.
Sendo um processo contínuo e dinâmico, muito do sucesso
do SGA dependerá, em última instância, da participação
dos cidadãos que, fiscalizando a acção da Autarquia,
poderão contribuir para o reforço efectivo da aplicação
prática das normas instituídas.
Medidas práticas
Afectar tudo e todos
Exemplos práticos das consequências do SGA no Município
dar-se-ão a curto prazo e irão afectar e alterar o
quotidiano de todos os trabalhadores da Câmara. O SGA irá
influenciar os níveis de consumo energético nos vários
departamentos e divisões e terá implicações
a nível da escolha do tipo de energias que futuramente serão
utilizadas e das formas de gestão e utilização
de matérias-primas, entre outros exemplos.
Alguns dos objectivos práticos do SGA prendem-se com a implementação
da reciclagem e da recolha selectiva; minimização
da utilização em massa do papel nos consumíveis
administrativos; redução dos níveis de consumo
de água; instituição de utilização
de energias alternativas e/ou renováveis em todos os sectores
- especialmente no parque automóvel e de máquinas
do Município; redução, prevenção
e controlo de possíveis atentados ao ambiente; diminuição
de emissões de ruído, entre muitas outras.
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