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LOURES MUNICIPAL Nº43
 

Município – Órgãos Autárquicos para mandato de 2009/2013 tomaram posse

Mandato 2009/2013
Novos Órgãos Autárquicos tomaram posse

Após a realização das eleições autárquicas a 11 de Outubro, o Pavilhão Paz e Amizade foi palco, no dia 29 de Outubro, da cerimónia de instalação dos Órgãos Municipais. Foi assim dado o arranque de um novo mandato para o período 2009-2013.

 

O Pavilhão Paz e Amizade encheu, no dia 29 de Outubro, com as cerca de mil pessoas que quiseram assistir à cerimónia de instalação dos órgãos do Município de Loures. A sessão solene da Assembleia Municipal (AM) e da Câmara Municipal, resultantes do acto eleitoral de 11 de Outubro de 2009, foi aberta ao público, que assim teve oportunidade de assistir ao acto de exercício do Poder Local Democrático. A cerimónia iniciou-se com a tomada de posse dos 51 membros da Assembleia Municipal, composta por 33 eleitos directos e pelos 18 presidentes das juntas de freguesia do concelho. Seguiu-se a tomada de posse dos 11 vereadores e do Presidente da Câmara Municipal, Carlos Teixeira.
Logo após a tomada de posse dos dois órgãos, realizou-se a primeira sessão da Assembleia Municipal, tendo como ordem de trabalhos a eleição da Mesa da Assembleia. Foi apresentada uma única lista, composta por Pedro Farmhouse, PS, candidato a Presidente da Assembleia Municipal, Francisco Vitorino, CDU, e Fernando Ferrão Borges, PSD, candidatos, respectivamente, a 1.º e 2.º secretários da Mesa.
A lista foi aprovada por 49 votos favoráveis e 2 brancos, em eleição por voto secreto. A sessão prosseguiu com as intervenções dos representantes das forças políticas com assento na Assembleia Municipal: Partido Socialista (PS), Coligação Democrática Unitária (CDU), Partido Social Democrata (PSD), Bloco de Esquerda (BE) e Partido do Centro Democrático Social/Partido Popular (CDS/PP).
Os discursos incidiram, sobretudo, na responsabilidade de cada uma das formações partidárias em pugnar por uma melhor qualidade de vida dos cidadãos, na necessidade de a AM ser um fórum de debate de ideias e confronto de opiniões, na importância da pluralidade democrática, na cultura do diálogo e, principalmente, no empenhamento e determinação de cada um dos eleitos para servir o superior interesse das populações.
Carlos Teixeira, Presidente da Câmara Municipal de Loures, eleito pelo Partido Socialista, usou da palavra e começou por frisar o “início de um novo ciclo”: “Oito anos passaram, o que corresponde a dois mandatos.

 

No primeiro os cidadãos de Loures dispuseram-se a sentir a mudança, no segundo acreditaram na dinâmica imposta e agora no terceiro confiaram numa equipa de trabalho, dando-nos pela primeira vez a maioria absoluta”, referiu o autarca com entusiasmo.
O Presidente da Câmara aproveitou ainda para relembrar todo o trabalho realizado ao longo dos anos, dando como exemplo os novos centros escolares, os pavilhões desportivos, as piscinas municipais, os centros de saúde e as infra-estruturas viárias, entre outras obras e equipamentos. “Loures é hoje um concelho onde existe qualidade de vida, sendo por isso uma referência na região de Lisboa. Loures sentiu e vai continuar a sentir a mudança”, concluiu.
O encerramento da cerimónia coube a Pedro Farmhouse, Presidente da Assembleia Municipal, que começou por mencionar “o cenário de dificuldades e constrangimentos económicos e sociais” em que se inicia o actual mandato, e que “significará sérias limitações na afectação de meios para as autarquias”.
É, no entanto, de acordo com Pedro Farmhouse, “um cenário rico em desafios, motivadores para os autarcas, em que os órgãos autárquicos, saídos da vontade popular expressa nas urnas, são chamados a exercer este novo mandato, assumindo forma decisiva o papel de combate à crise e de desenvolvimento do concelho”.
O Presidente da AM falou ainda das “decisões estruturantes com impacto determinante no futuro do concelho, que foram tomadas e que terão de ser concretizadas, como sejam a construção do Hospital de Loures ou o prolongamento do metro até às cidades de Sacavém e Loures”.
Pedro Farmhouse terminou a intervenção referindo que “cabe à Assembleia Municipal ser o lugar por excelência de afirmação da democracia e das suas virtualidades, únicas na condução do nosso destino comum, rumo a um futuro que todos queremos cada vez mais justo e de maior desenvolvimento e progresso”.

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