|
Cultura
cada vez
mais perto
Loures, terra de fortes
tradições, impregnada de
história e com um vasto
património, alberga também um
conjunto de equipamentos
culturais e museológicos que
vale a pena descobrir.
Nas próximas páginas damos a
conhecer alguns desses espaços.
Locais de cultura, de arte, de
emoções, de vivências e de
memórias.
Rede de Museus
de Loures
Loures tem uma rede de museus, da qual fazem parte
o Museu Municipal de Loures e o Museu de Cerâmica de
Sacavém.
A qualidade destes dois equipamentos já ultrapassou
fronteiras e traduz-se no reconhecimento europeu e na
qualidade das mostras realizadas, na satisfação
demonstrada pelos milhares de visitantes e na atribuição
de prémios, nomeadamente, uma Menção Especial do
Prémio Museu do Ano, em 1993 (atribuído pelo Fórum
Europeu de Museus), o Prémio da Associação Portuguesa
de Museologia (APOM), em 1993, e o Prémio
do Melhor Serviço de Extensão Cultural, em
2002 (concedido pela APOM), para o Museu
Municipal de Loures, e o Prémio Micheletti,
em 2002 (atribuído pelo Conselho da Europa
para Museus Industriais), para o Museu de
Cerâmica de Sacavém. Nos triénios de 1999/2000/2001 e 2003/2004/2005 a Rede de
Museus de Loures recebeu ainda o Prémio de
Melhor Serviço de Extensão Cultural,
atribuído pela APOM.
A Rede de Museus de Loures está
integrada na Rede Portuguesa de Museus e
na rede do Fórum Europeu de Museus. Pelo
seu prestígio e reconhecido esforço na difusão
da cultura e do conhecimento ao público em
geral e pela inovação que tem introduzido
na Museologia, a Rede de Museus de Loures
tem merecido a atenção dos mais diferentes
quadrantes, sendo, inclusivamente, alvo de
teses de doutoramento.
A defesa, valorização e divulgação do
Património Cultural em Loures foi baseada
numa estratégia de construção de
equipamentos geridos em rede, e uma política
de criação de consciência patrimonial, através
da intervenção e interacção com as comunidades
locais em projectos e actividades, a
procura sistemática de excelência de serviços
com a promoção de ofertas diversificadas de
descoberta e usufruto do património para a
maior diversidade de públicos.
A gestão em rede de recursos humanos,
logísticos e financeiros tem permitido integrar
as vertentes históricas e identificadoras mais
relevantes do território, quer no Museu
Municipal de Loures, com colecções de
Etnografia e Arqueologia, quer no Museu de
Cerâmica de Sacavém, abrangendo o período
de industrialização do Trancão e de Lisboa,
quer no futuro Museu do Vinho, na rica área
vitivinícola de Bucelas ou mesmo na Rede
das Linhas de Defesa de Torres Vedras.
Topo
Museu Municipal de Loures – Quinta do Conventinho

O Museu Municipal de Loures, a funcionar
na Quinta do Conventinho desde 26 de Julho
de 1998, está instalado naquele que foi o 13.º
convento dos frades franciscanos da Província
de Santa Maria da Arrábida, cuja primeira
pedra foi lançada no dia 22 de Maio de 1573.
Este local passou, ao longo dos tempos,
por vários proprietários, e chegou a ser
convento, habitação particular e, por fim,
Museu Municipal, mas sempre com uma
identidade que se encontra gravada na sua
riqueza de vivências e registos arquitectónicos.´
É um espaço tanto cultural como lúdico, que oferece ao visitante um passeio pelo
claustro, decorado com azulejos do século XVIII;
a Capela de invocação do Espírito Santo, com
uma tela de Pentecostes assinada por Bento
Coelho da Silveira. As reservas de mobiliário,
transportes e alfaias agrícolas característicos
da região saloia, duas salas de exposições
temporárias, ateliês, o Centro de Documentação
Anselmo Braamcamp Freire, loja,
cafetaria e extensos jardins completam as
valências deste espaço do concelho de Loures.
Este espaço dispõe ainda de condições
para receber pessoas com necessidades
especiais, tais como áudio-guia, peças que
podem ser tacteadas, legendas e catálogos em
braille, entre outros meios.
Centro de Documentação
Anselmo Braamcamp Freire
O Centro de Documentação Anselmo
Braamcamp Freire é um centro especializado
em história do concelho de Loures.
A sua missão é salvaguardar e preservar o
património bibliográfico do concelho, de
modo a permitir o seu estudo aprofundado,
nas suas múltiplas vertentes, numa tentativa
de sensibilizar a população ao disponibilizar
o seu acervo bibliográfico.
Os objectivos traçados por este centro são
os seguintes: aquisição de obras, tratamento
documental, reforçar a ligação com outros
centros de documentação e museus, organização
e difusão da informação, procurando
disponibilizar aos leitores documentação
actual, rara e antiga que se insira dentro das
temáticas em estudo pelo próprio museu e indo
ao encontro de estudantes, eruditos e
investigadores.
O fundo documental do Centro de
Documentação Anselmo Braamcamp Freire é
essencialmente constituído por revistas, jornais,
livros, pastas temáticas, cartazes, desdobráveis,
monografias de licenciatura, artigos de
imprensa quotidiana e vídeos, notícias e
reportagens de vários canais televisivos sobre
o concelho.
O acesso e consulta obrigam, por
regulamentação, a consulta presencial através
de terminais (PC). Na sala de leitura, o
utilizador pode aceder e pesquisar todas as
bases de dados bibliográficos dos vários centros
de documentação da rede museológica de
Loures.
O Centro dispõe ainda de um Serviço de
Referência, que faculta a orientação e apoio
especializados aos utilizadores na determinação
de estratégias de pesquisa, designadamente na
recuperação de informação na Internet, na
utilização do fundo bibliográfico, na optimização
da consulta do catálogo informático
composto por várias bases de dados.
O Serviço de Referência está também
vocacionado para responder a questões de
informação breves e de carácter factual ou
responder a questões que exigem pesquisas
temáticas. Os pedidos podem ser efectuados
presencialmente, ou ainda por telefone, fax,
via postal e correio electrónico.
Topo
Museu
de Cerâmica
de Sacavém

Fundada em 1856, por Manuel Joaquim Afonso, industrial vidreiro
da Marinha Grande, a antiga Fábrica da Loiça de Sacavém (local
onde agora se situa o Museu de Cerâmica de Sacavém) foi passando
por sucessivos proprietários ingleses, afirmando-se no panorama cerâmico
nacional e internacional durante o século XX.
Na segunda metade do século XX, a fábrica enfrentou problemas
financeiros até que, em 1994, acabou por ser declarada a sua falência.
Da antiga fábrica conserva-se o forno 18. Em torno desta
construção de 12 metros, feita com os materiais, as mãos e o saber
dos operários de Sacavém, foi construído o actual Museu, criado por
deliberação unânime da Câmara Municipal de Loures e inaugurado a
7 de Junho de 2000, com a presença do Presidente da República,
Jorge Sampaio. Encontra-se inserido na urbanização Real Forte, e a
sua entrada é identificada pela obra original de Armando Mesquita,
de 1946, A Enforna, dando a identidade ao acervo deste museu de
história social e industrial.
Com salas de exposição nos dois pisos, oficinas, reservas visitáveis,
um Centro de Documentação com o nome do fundador da Fábrica –
Manuel Joaquim Afonso, o Museu de Cerâmica apresenta ainda um
auditório e loja.
A preocupação com a diversidade de públicos é latente e traduz-se na existência de gravações áudio, catálogos em braille e orientação
específica para cegos.
Pela forma sensível e inovadora como aborda e preserva este
património, o Museu de Cerâmica de Sacavém mereceu, em 2002, o
Prémio Luigi Micheletti (Fórum Europeu dos Museus).
Centro de Documentação Manuel Joaquim
Afonso

O Centro de Documentação Manuel Joaquim Afonso faz parte
integrante do Museu de Cerâmica de Sacavém e tem à sua guarda
os Arquivos das Fábricas de Loures, que constituem documentação
única do património industrial do concelho, nomeadamente da
Fábrica de Loiça de Sacavém e alguns Arquivos Pessoais de Artistas
e da Fábrica de Papel da Abelheira.
O objectivo deste centro é facultar a documentação e
informação necessária à investigação da cerâmica e do património
industrial, bem como os fundos documentais que constituem parte
integrante da História Económica e Social portuguesa e preservar
e promover o valor social e patrimonial dos arquivos empresariais.
Por outro lado, o Centro de Documentação disponibiliza os
seus fundos documentais e faculta os seus serviços ao público,
nomeadamente a investigadores, profissionais e comunidade escolar
e universitária.
O fundo geral de livros, revistas, cd-rom, dvd, cassetes vídeo e
dossiês temáticos, abrange as seguintes áreas: Obras de referência
gerais e temáticas; Dicionários de várias línguas; Diários do Governo
(1880-1967); Pintura, Escultura, Arquitectura, Design e Artes
Decorativas; Cerâmica portuguesa, europeia e chinesa; História de
Portugal, universal e das mentalidades; Indústria, História Económica
e Social, Estatística; Museologia, Educação patrimonial; Publicações
municipais.
Neste Centro estão igualmente guardados os seguintes arquivos:
Arquivo Empresarial da Fábrica de Papel da Abelheira (1818-1980);
Arquivo Empresarial da Fábrica de Loiça de Sacavém (1877-1990);
Arquivos Pessoais de Artistas da Fábrica de Loiça de Sacavém;
Arquivo Empresarial das Minas de Jalles (1933-1992).
Topo
Santa Iria de Azóia – Castelo de Pirescouxe

O Castelo de Pirescouxe está localizado na freguesia de Santa Iria
de Azóia e encontra-se numa posição sobranceira sobre o rio Tejo.
Foi pertença dos viscondes de Castelo Branco, D. Nuno Vaz de
Castelo Branco e sua esposa, D. Joana Zuzarte, que aí instituíram o
morgadio de Castelo Branco, o Novo, em 1442.
De mansão senhorial, acastelada, passou a Imóvel de Interesse
Público, por Decreto de 5 de Dezembro de 1961. A partir de 2001, por
iniciativa da Câmara Municipal de Loures, com a colaboração do IPPAR,
foi alvo de um extenso projecto de recuperação e revitalização do
conjunto hoje requalificado como espaço cultural.
Actualmente, inserida numa zona verde, esta antiga edificação pode
ser visitada, integrando galeria de arte, sala multiusos, zona de
espectáculos ao ar livre e cafetaria.
Aqui decorrem, durante os meses de Verão, espectáculos de música,
teatro e dança, organizados pela Câmara Municipal de Loures.
Topo
Bucelas – Futuro Museu do Vinho
A freguesia de Bucelas vai ter, já no próximo ano, um Museu do Vinho. Considerado
actualmente muito mais do que apenas uma bebida vulgar, o vinho tem ganho
contornos de produto tradicional, sendo por isso tão importante a preservação da
sua história e o aliar desses conhecimentos ao turismo, neste caso ao enoturismo.
Com a criação do Museu do Vinho pretende-se que os visitantes do concelho de
Loures tenham a oportunidade de, através do vinho, descobrir e conhecer todos os
aspectos culturais desta região. A obra, da inteira responsabilidade da Câmara de
Loures, ascende a dois milhões e quinhentos mil euros.
O antigo edifício das Caves Camillo Alves, datado do século XIX, irá acolher o futuro
Museu, que cumprirá todos os actuais requisitos ao nível da investigação, divulgação,
conservação e comunicação.
O grande objectivo é que o museu funcione como um pólo dinamizador de
turismo de qualidade e, para tal, irá contar com uma loja e espaço destinado
especialmente à prova de vinhos. O equipamento terá, ainda, cafetaria, área para
exposições temáticas, auditório para palestras e centro de documentação com
características de biblioteca digital.
Irá integrar a Rede de Museus de Loures e as suas valências ultrapassarão as
barreiras físicas do edifício, já que estão pensados diversos itinerários e ligações ao
território de produção do vinho.
Topo
Loures pertence a Plataforma Intermunicipal
Valorizar as Linhas de Torres
No concelho de Loures existem vários
exemplares de Fortes das Linhas de Torres,
usados como um sistema militar defensivo
contra as Invasões Francesas a Portugal.
No total são 18 fortificações, espalhadas
pelos diversos desfiladeiros que cruzam as
localidades de Bucelas, Freixial e Montachique.
Com o objectivo de proceder à salvaguarda,
recuperação e valorização deste importante
património histórico-militar, tornando-o num
pólo de desenvolvimento local e regional, o
Município de Loures juntou-se às autarquias
de Arruda dos Vinhos, Mafra, Sobral de Monte
Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira,
formando a Plataforma Intermunicipal para
as Linhas de Torres.
Os seis municípios estão assim a trabalhar
em parceria tendo em vista a recuperação da
estrutura das Linhas de Torres, que contribuiu
de forma decisiva para a defesa da cidade de
Lisboa durante as Invasões Francesas ocorridas
no início do século XIX.
A par do trabalho em curso, as câmaras
municipais envolvidas pretendem também
integrar as comemorações nacionais do“Bicentenário das Linhas de Torres”, marcadas
para 2010.
Topo
Chamboeira – Freixial
Arquivo Nacional
de Imagens em
Movimento

O Arquivo Nacional de Imagens em
Movimento (ANIM) é o departamento da
Cinemateca Portuguesa responsável pela
salvaguarda e conservação do património
cinematográfico português.
Ao ANIM cabe assim prospectar, recolher,
conservar, preservar, restaurar, catalogar e
facultar o acesso a filmes ou outras imagens
em movimento em qualquer suporte e de
qualquer época, formato, género, regime de
produção ou proveniência.
A recolha e tratamento de dados sobre
toda a produção nacional ou equiparada
(Filmografia Portuguesa) é outra das tarefas
levadas a cabo.
O complexo do ANIM, situado no concelho
de Loures, é formado por três edifícios com
uma área construída total de 7285m2 e engloba
os seguintes sectores: conservação, incluindo
depósitos especializados para filmes com
suporte de nitrato de celulose, triacetato de
celulose e poliester, e ainda para novos suportes
de imagem electrónica; preservação e restauro
de filmes, incluindo laboratório de restauro;
prospecção e recolha patrimonial (organização
de processos de depósito); catalogação;
consulta especializada; pesquisa filmográfica;
Sector de novos suportes (transcrição filme--vídeo ou vídeo-vídeo e serviços de tratamento
de imagem electrónica, analógica ou digital).
Protocolo com Autarquia
A Câmara Municipal de Loures e a
Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema,
celebraram, em Junho de 2007, um protocolo
de cooperação que consiste na prevenção de
incêndios e gestão florestal da Quinta da Cerca– local onde está instalado o ANIM, na
freguesia de Bucelas.
O documento, assinado na ocasião pelo
Presidente da Câmara Municipal de Loures,
Carlos Teixeira, e pelo Director da Cinemateca
Portuguesa, João Bénard da Costa, visa a
disponibilização dos recursos do Município,
nomeadamente do Serviço Municipal de
Protecção Civil e da equipa de Sapadores
Florestais e de técnicos florestais na prevenção
de incêndios em todo o espaço.
Como contrapartida, a Cinemateca
proporciona visitas guiadas às instalações do
ANIM aos munícipes, escolas e centros de apoio
a idosos do concelho de Loures. O protocolo
prevê, ainda, que a Autarquia possa utilizar o
edifício principal do ANIM para a realização
de eventos.
Topo
Património Arqueológico
Anta de Carcavelos
Está situada em Carcavelos, na
freguesia de Lousa, e data do período
Neolítico/Calcolítico, tendo sido dado início
aos trabalhos de investigação em 1994.
Trata-se de um monumento funerário
megalítico situado numa zona rural,
próximo da aldeia de Carcavelos. É um
dos mais bem preservados monumentos
megalíticos do concelho.
Estação Arqueológica
de Frielas
Durante os trabalhos, iniciados em
1997 em Frielas, foi descoberta uma villa romana, datada do século III. As escavações
arqueológicas revelaram, até ao momento,
a habitação principal da villa e alguns
mosaicos e cerâmicas, que indicam que
antes desta ocupação poderia ter havido
uma outra. Na villa é possível encontrar
vestígios, como as bolsas de lixos
domésticos, que permitem perceber que o
local foi ainda ocupado num período mais
recente (séculos XIV-XVII). A Junta de
Freguesia de Frielas tem contribuído para
a salvaguarda do local, um dos mais bem
preservados em todo o concelho.
Actualmente o local encontra-se inserido
num projecto de investigação e em vias de
classificação pelo Instituto de Gestão do
Património Arquitectónico e Arqueológico
(IGESPAR).
Sítio Arqueológico do Casal do
Monte
Este é o mais antigo local arqueológico
do concelho. Trata-se de uma estação em
Santo António dos Cavaleiros, datado da época
do Paleolítico. Ao longo dos trabalhos,
iniciados em 1999, foram encontrados
pequenos utensílios práticos, como pequenas
pedras talhadas, rapadores e cortadores.
Anta de Salemas
Situa-se em Salemas, na freguesia de Lousa,
sendo o período dos achados pertencente ao
Neolítico/Calcolítico. Os trabalhos começaram
em 1960 com intervenções a nível de limpeza,
mas até à data não foi possível proceder à
sua escavação e valorização. Também
designado por Dólmen de Salemas ou Anta
da Toupeira, é um monumento de dimensão
superior aos restantes. Dos materiais recolhidos
salienta-se um vaso de grande dimensão, um
bojo, fragmentos de cerâmica, restos de talhe
e instrumentos polidos.
Crasto de Ponte de Lousa
Encontra-se em Ponte de Lousa, na
freguesia de Lousa. Aquando do início dos
trabalhos, em 2001, foram encontrados
artefactos líticos lascados e polidos; cerâmicas
lisas e decoradas; pesos de tear e fragmentos
de mó; conjunto que aponta para uma
ocupação habitacional.
Anta de Casainhos
Monumento funerário megalítico,
classificado como Monumento Nacional,
situado numa propriedade privada, em
Casainhos, Fanhões. Das primeiras escavações,
iniciadas em 1961, resultou a recolha de um
vasto conjunto de materiais como objectos de
adorno, recipientes cerâmicos, objectos de osso,
instrumentos de pedra lascada e de pedra
polida, entre outros.
Topo
Sacavém – Casa-Museu José Pedro
Ligada ao Museu de Cerâmica de Sacavém encontra-se a Casa-Museu José Pedro,
constituindo-se como o núcleo museológico da cidade de Sacavém.
Instalada na residência do ceramista José Silva Pedro, antigo trabalhador da Fábrica da
Loiça de Sacavém, falecido em 1981, fica situada na Rua dos Combatentes da Grande
Guerra, e destina-se a preservar o espólio que o artista foi criando ao longo dos últimos
vinte anos da sua vida, sendo constituído, essencialmente, por casas e pequenas figuras de
loiça.
A Casa-Museu foi inaugurada em 25 de Julho de 2005, no âmbito do Programa Integrado
de Qualificação das Áreas Suburbanas da Área Metropolitana de Lisboa (PROQUAL), sendo
que os custos da aquisição, remodelação do imóvel e reconversão em museu foram financiados
pela Câmara Municipal de Loures.
A Casa-Museu José Pedro está aberta ao público às quartas-feiras, das 10h às 12h e das
14h30 às 16h30. A entrada é gratuita e as visitas são guiadas.
Topo
|