Entrada Município Áreas de Actividade Apoio ao Munícipe Publicações
   
  Publicações
  Revista Loures Municipal
  Loures Convida
  Loures Municipal - Boletim
      de Deliberações
  Folhas Informativas
  Roteiro Turístico de Loures
  Outras Edições Municipais
 

LOURES MUNICIPAL Nº35
 

 LUPA - MUSEUS

Cultura cada vez mais perto

Loures, terra de fortes tradições, impregnada de história e com um vasto património, alberga também um conjunto de equipamentos culturais e museológicos que vale a pena descobrir. Nas próximas páginas damos a conhecer alguns desses espaços. Locais de cultura, de arte, de emoções, de vivências e de memórias.

 

Rede de Museus de Loures

Loures tem uma rede de museus, da qual fazem parte o Museu Municipal de Loures e o Museu de Cerâmica de Sacavém.


A qualidade destes dois equipamentos já ultrapassou fronteiras e traduz-se no reconhecimento europeu e na qualidade das mostras realizadas, na satisfação demonstrada pelos milhares de visitantes e na atribuição de prémios, nomeadamente, uma Menção Especial do Prémio Museu do Ano, em 1993 (atribuído pelo Fórum Europeu de Museus), o Prémio da Associação Portuguesa de Museologia (APOM), em 1993, e o Prémio do Melhor Serviço de Extensão Cultural, em 2002 (concedido pela APOM), para o Museu Municipal de Loures, e o Prémio Micheletti, em 2002 (atribuído pelo Conselho da Europa para Museus Industriais), para o Museu de Cerâmica de Sacavém. Nos triénios de 1999/2000/2001 e 2003/2004/2005 a Rede de
Museus de Loures recebeu ainda o Prémio de Melhor Serviço de Extensão Cultural, atribuído pela APOM.


A Rede de Museus de Loures está integrada na Rede Portuguesa de Museus e na rede do Fórum Europeu de Museus. Pelo seu prestígio e reconhecido esforço na difusão da cultura e do conhecimento ao público em geral e pela inovação que tem introduzido na Museologia, a Rede de Museus de Loures tem merecido a atenção dos mais diferentes quadrantes, sendo, inclusivamente, alvo de teses de doutoramento.


A defesa, valorização e divulgação do Património Cultural em Loures foi baseada numa estratégia de construção de equipamentos geridos em rede, e uma política de criação de consciência patrimonial, através da intervenção e interacção com as comunidades locais em projectos e actividades, a procura sistemática de excelência de serviços com a promoção de ofertas diversificadas de descoberta e usufruto do património para a maior diversidade de públicos.


A gestão em rede de recursos humanos, logísticos e financeiros tem permitido integrar as vertentes históricas e identificadoras mais relevantes do território, quer no Museu Municipal de Loures, com colecções de Etnografia e Arqueologia, quer no Museu de Cerâmica de Sacavém, abrangendo o período de industrialização do Trancão e de Lisboa, quer no futuro Museu do Vinho, na rica área vitivinícola de Bucelas ou mesmo na Rede das Linhas de Defesa de Torres Vedras.


Topo

 

 

Museu Municipal de Loures – Quinta do Conventinho

O Museu Municipal de Loures, a funcionar na Quinta do Conventinho desde 26 de Julho de 1998, está instalado naquele que foi o 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, cuja primeira pedra foi lançada no dia 22 de Maio de 1573. Este local passou, ao longo dos tempos, por vários proprietários, e chegou a ser convento, habitação particular e, por fim, Museu Municipal, mas sempre com uma identidade que se encontra gravada na sua riqueza de vivências e registos arquitectónicos.´


É um espaço tanto cultural como lúdico, que oferece ao visitante um passeio pelo claustro, decorado com azulejos do século XVIII; a Capela de invocação do Espírito Santo, com uma tela de Pentecostes assinada por Bento Coelho da Silveira. As reservas de mobiliário, transportes e alfaias agrícolas característicos da região saloia, duas salas de exposições temporárias, ateliês, o Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire, loja, cafetaria e extensos jardins completam as valências deste espaço do concelho de Loures.

 

Este espaço dispõe ainda de condições para receber pessoas com necessidades especiais, tais como áudio-guia, peças que podem ser tacteadas, legendas e catálogos em braille, entre outros meios.


Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire

O Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire é um centro especializado em história do concelho de Loures. A sua missão é salvaguardar e preservar o património bibliográfico do concelho, de modo a permitir o seu estudo aprofundado, nas suas múltiplas vertentes, numa tentativa de sensibilizar a população ao disponibilizar o seu acervo bibliográfico.


Os objectivos traçados por este centro são os seguintes: aquisição de obras, tratamento documental, reforçar a ligação com outros centros de documentação e museus, organização e difusão da informação, procurando disponibilizar aos leitores documentação actual, rara e antiga que se insira dentro das temáticas em estudo pelo próprio museu e indo ao encontro de estudantes, eruditos e investigadores.


O fundo documental do Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire é essencialmente constituído por revistas, jornais, livros, pastas temáticas, cartazes, desdobráveis, monografias de licenciatura, artigos de imprensa quotidiana e vídeos, notícias e reportagens de vários canais televisivos sobre o concelho.

 

O acesso e consulta obrigam, por regulamentação, a consulta presencial através de terminais (PC). Na sala de leitura, o utilizador pode aceder e pesquisar todas as bases de dados bibliográficos dos vários centros de documentação da rede museológica de Loures.

 

O Centro dispõe ainda de um Serviço de Referência, que faculta a orientação e apoio especializados aos utilizadores na determinação de estratégias de pesquisa, designadamente na recuperação de informação na Internet, na utilização do fundo bibliográfico, na optimização da consulta do catálogo informático composto por várias bases de dados.


O Serviço de Referência está também vocacionado para responder a questões de informação breves e de carácter factual ou responder a questões que exigem pesquisas temáticas. Os pedidos podem ser efectuados presencialmente, ou ainda por telefone, fax, via postal e correio electrónico.

 

Topo

 

Museu de Cerâmica de Sacavém

Fundada em 1856, por Manuel Joaquim Afonso, industrial vidreiro da Marinha Grande, a antiga Fábrica da Loiça de Sacavém (local onde agora se situa o Museu de Cerâmica de Sacavém) foi passando por sucessivos proprietários ingleses, afirmando-se no panorama cerâmico nacional e internacional durante o século XX.


Na segunda metade do século XX, a fábrica enfrentou problemas financeiros até que, em 1994, acabou por ser declarada a sua falência.


Da antiga fábrica conserva-se o forno 18. Em torno desta construção de 12 metros, feita com os materiais, as mãos e o saber dos operários de Sacavém, foi construído o actual Museu, criado por deliberação unânime da Câmara Municipal de Loures e inaugurado a 7 de Junho de 2000, com a presença do Presidente da República, Jorge Sampaio. Encontra-se inserido na urbanização Real Forte, e a sua entrada é identificada pela obra original de Armando Mesquita, de 1946, A Enforna, dando a identidade ao acervo deste museu de história social e industrial.


Com salas de exposição nos dois pisos, oficinas, reservas visitáveis, um Centro de Documentação com o nome do fundador da Fábrica – Manuel Joaquim Afonso, o Museu de Cerâmica apresenta ainda um auditório e loja.


A preocupação com a diversidade de públicos é latente e traduz-se na existência de gravações áudio, catálogos em braille e orientação específica para cegos.

 

Pela forma sensível e inovadora como aborda e preserva este património, o Museu de Cerâmica de Sacavém mereceu, em 2002, o Prémio Luigi Micheletti (Fórum Europeu dos Museus).

 

Centro de Documentação Manuel Joaquim Afonso

O Centro de Documentação Manuel Joaquim Afonso faz parte integrante do Museu de Cerâmica de Sacavém e tem à sua guarda os Arquivos das Fábricas de Loures, que constituem documentação única do património industrial do concelho, nomeadamente da Fábrica de Loiça de Sacavém e alguns Arquivos Pessoais de Artistas e da Fábrica de Papel da Abelheira.


O objectivo deste centro é facultar a documentação e informação necessária à investigação da cerâmica e do património industrial, bem como os fundos documentais que constituem parte integrante da História Económica e Social portuguesa e preservar e promover o valor social e patrimonial dos arquivos empresariais.


Por outro lado, o Centro de Documentação disponibiliza os seus fundos documentais e faculta os seus serviços ao público, nomeadamente a investigadores, profissionais e comunidade escolar e universitária.


O fundo geral de livros, revistas, cd-rom, dvd, cassetes vídeo e dossiês temáticos, abrange as seguintes áreas: Obras de referência gerais e temáticas; Dicionários de várias línguas; Diários do Governo (1880-1967); Pintura, Escultura, Arquitectura, Design e Artes Decorativas; Cerâmica portuguesa, europeia e chinesa; História de Portugal, universal e das mentalidades; Indústria, História Económica e Social, Estatística; Museologia, Educação patrimonial; Publicações municipais.


Neste Centro estão igualmente guardados os seguintes arquivos: Arquivo Empresarial da Fábrica de Papel da Abelheira (1818-1980); Arquivo Empresarial da Fábrica de Loiça de Sacavém (1877-1990); Arquivos Pessoais de Artistas da Fábrica de Loiça de Sacavém; Arquivo Empresarial das Minas de Jalles (1933-1992).

 

Topo

 

Santa Iria de Azóia – Castelo de Pirescouxe

O Castelo de Pirescouxe está localizado na freguesia de Santa Iria de Azóia e encontra-se numa posição sobranceira sobre o rio Tejo.

Foi pertença dos viscondes de Castelo Branco, D. Nuno Vaz de Castelo Branco e sua esposa, D. Joana Zuzarte, que aí instituíram o morgadio de Castelo Branco, o Novo, em 1442.

De mansão senhorial, acastelada, passou a Imóvel de Interesse Público, por Decreto de 5 de Dezembro de 1961. A partir de 2001, por iniciativa da Câmara Municipal de Loures, com a colaboração do IPPAR, foi alvo de um extenso projecto de recuperação e revitalização do conjunto hoje requalificado como espaço cultural.

Actualmente, inserida numa zona verde, esta antiga edificação pode ser visitada, integrando galeria de arte, sala multiusos, zona de espectáculos ao ar livre e cafetaria.

Aqui decorrem, durante os meses de Verão, espectáculos de música, teatro e dança, organizados pela Câmara Municipal de Loures.

Topo

 

Bucelas – Futuro Museu do Vinho

A freguesia de Bucelas vai ter, já no próximo ano, um Museu do Vinho. Considerado actualmente muito mais do que apenas uma bebida vulgar, o vinho tem ganho contornos de produto tradicional, sendo por isso tão importante a preservação da sua história e o aliar desses conhecimentos ao turismo, neste caso ao enoturismo.

Com a criação do Museu do Vinho pretende-se que os visitantes do concelho de Loures tenham a oportunidade de, através do vinho, descobrir e conhecer todos os aspectos culturais desta região. A obra, da inteira responsabilidade da Câmara de Loures, ascende a dois milhões e quinhentos mil euros.

O antigo edifício das Caves Camillo Alves, datado do século XIX, irá acolher o futuro Museu, que cumprirá todos os actuais requisitos ao nível da investigação, divulgação, conservação e comunicação.

O grande objectivo é que o museu funcione como um pólo dinamizador de turismo de qualidade e, para tal, irá contar com uma loja e espaço destinado especialmente à prova de vinhos. O equipamento terá, ainda, cafetaria, área para exposições temáticas, auditório para palestras e centro de documentação com características de biblioteca digital.

Irá integrar a Rede de Museus de Loures e as suas valências ultrapassarão as barreiras físicas do edifício, já que estão pensados diversos itinerários e ligações ao território de produção do vinho.

Topo

 

Loures pertence a Plataforma Intermunicipal
Valorizar as Linhas de Torres

No concelho de Loures existem vários exemplares de Fortes das Linhas de Torres, usados como um sistema militar defensivo contra as Invasões Francesas a Portugal.

No total são 18 fortificações, espalhadas pelos diversos desfiladeiros que cruzam as
localidades de Bucelas, Freixial e Montachique.

Com o objectivo de proceder à salvaguarda, recuperação e valorização deste importante património histórico-militar, tornando-o num pólo de desenvolvimento local e regional, o Município de Loures juntou-se às autarquias de Arruda dos Vinhos, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira, formando a Plataforma Intermunicipal para as Linhas de Torres.

Os seis municípios estão assim a trabalhar em parceria tendo em vista a recuperação da estrutura das Linhas de Torres, que contribuiu de forma decisiva para a defesa da cidade de Lisboa durante as Invasões Francesas ocorridas no início do século XIX.

A par do trabalho em curso, as câmaras municipais envolvidas pretendem também integrar as comemorações nacionais do“Bicentenário das Linhas de Torres”, marcadas para 2010.

Topo

 

Chamboeira – Freixial
Arquivo Nacional de Imagens em Movimento

O Arquivo Nacional de Imagens em Movimento (ANIM) é o departamento da Cinemateca Portuguesa responsável pela salvaguarda e conservação do património cinematográfico português.

Ao ANIM cabe assim prospectar, recolher, conservar, preservar, restaurar, catalogar e facultar o acesso a filmes ou outras imagens em movimento em qualquer suporte e de qualquer época, formato, género, regime de produção ou proveniência.

A recolha e tratamento de dados sobre toda a produção nacional ou equiparada (Filmografia Portuguesa) é outra das tarefas levadas a cabo.

O complexo do ANIM, situado no concelho de Loures, é formado por três edifícios com uma área construída total de 7285m2 e engloba os seguintes sectores: conservação, incluindo depósitos especializados para filmes com suporte de nitrato de celulose, triacetato de celulose e poliester, e ainda para novos suportes de imagem electrónica; preservação e restauro de filmes, incluindo laboratório de restauro; prospecção e recolha patrimonial (organização de processos de depósito); catalogação; consulta especializada; pesquisa filmográfica; Sector de novos suportes (transcrição filme--vídeo ou vídeo-vídeo e serviços de tratamento de imagem electrónica, analógica ou digital).

Protocolo com Autarquia

A Câmara Municipal de Loures e a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, celebraram, em Junho de 2007, um protocolo de cooperação que consiste na prevenção de incêndios e gestão florestal da Quinta da Cerca– local onde está instalado o ANIM, na freguesia de Bucelas.

O documento, assinado na ocasião pelo Presidente da Câmara Municipal de Loures, Carlos Teixeira, e pelo Director da Cinemateca Portuguesa, João Bénard da Costa, visa a disponibilização dos recursos do Município, nomeadamente do Serviço Municipal de Protecção Civil e da equipa de Sapadores Florestais e de técnicos florestais na prevenção de incêndios em todo o espaço.

Como contrapartida, a Cinemateca proporciona visitas guiadas às instalações do ANIM aos munícipes, escolas e centros de apoio a idosos do concelho de Loures. O protocolo prevê, ainda, que a Autarquia possa utilizar o edifício principal do ANIM para a realização de eventos.

 

Topo

 

Património Arqueológico

Anta de Carcavelos

Está situada em Carcavelos, na freguesia de Lousa, e data do período Neolítico/Calcolítico, tendo sido dado início aos trabalhos de investigação em 1994.

Trata-se de um monumento funerário megalítico situado numa zona rural, próximo da aldeia de Carcavelos. É um dos mais bem preservados monumentos megalíticos do concelho.

Estação Arqueológica de Frielas

Durante os trabalhos, iniciados em 1997 em Frielas, foi descoberta uma villa romana, datada do século III. As escavações arqueológicas revelaram, até ao momento, a habitação principal da villa e alguns mosaicos e cerâmicas, que indicam que antes desta ocupação poderia ter havido uma outra. Na villa é possível encontrar vestígios, como as bolsas de lixos domésticos, que permitem perceber que o local foi ainda ocupado num período mais recente (séculos XIV-XVII). A Junta de Freguesia de Frielas tem contribuído para a salvaguarda do local, um dos mais bem preservados em todo o concelho. Actualmente o local encontra-se inserido num projecto de investigação e em vias de classificação pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR).


Sítio Arqueológico do Casal do Monte

Este é o mais antigo local arqueológico do concelho. Trata-se de uma estação em Santo António dos Cavaleiros, datado da época do Paleolítico. Ao longo dos trabalhos,
iniciados em 1999, foram encontrados pequenos utensílios práticos, como pequenas pedras talhadas, rapadores e cortadores.

Anta de Salemas

Situa-se em Salemas, na freguesia de Lousa, sendo o período dos achados pertencente ao Neolítico/Calcolítico. Os trabalhos começaram em 1960 com intervenções a nível de limpeza, mas até à data não foi possível proceder à sua escavação e valorização. Também designado por Dólmen de Salemas ou Anta da Toupeira, é um monumento de dimensão superior aos restantes. Dos materiais recolhidos salienta-se um vaso de grande dimensão, um bojo, fragmentos de cerâmica, restos de talhe e instrumentos polidos.

Crasto de Ponte de Lousa

Encontra-se em Ponte de Lousa, na freguesia de Lousa. Aquando do início dos trabalhos, em 2001, foram encontrados artefactos líticos lascados e polidos; cerâmicas lisas e decoradas; pesos de tear e fragmentos de mó; conjunto que aponta para uma ocupação habitacional.

Anta de Casainhos

Monumento funerário megalítico, classificado como Monumento Nacional, situado numa propriedade privada, em Casainhos, Fanhões. Das primeiras escavações, iniciadas em 1961, resultou a recolha de um vasto conjunto de materiais como objectos de adorno, recipientes cerâmicos, objectos de osso, instrumentos de pedra lascada e de pedra polida, entre outros.

Topo

 
Sacavém – Casa-Museu José Pedro

Ligada ao Museu de Cerâmica de Sacavém encontra-se a Casa-Museu José Pedro, constituindo-se como o núcleo museológico da cidade de Sacavém.

Instalada na residência do ceramista José Silva Pedro, antigo trabalhador da Fábrica da Loiça de Sacavém, falecido em 1981, fica situada na Rua dos Combatentes da Grande Guerra, e destina-se a preservar o espólio que o artista foi criando ao longo dos últimos vinte anos da sua vida, sendo constituído, essencialmente, por casas e pequenas figuras de loiça.

A Casa-Museu foi inaugurada em 25 de Julho de 2005, no âmbito do Programa Integrado de Qualificação das Áreas Suburbanas da Área Metropolitana de Lisboa (PROQUAL), sendo que os custos da aquisição, remodelação do imóvel e reconversão em museu foram financiados pela Câmara Municipal de Loures.

A Casa-Museu José Pedro está aberta ao público às quartas-feiras, das 10h às 12h e das 14h30 às 16h30. A entrada é gratuita e as visitas são guiadas.

Topo