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LOURES MUNICIPAL Nº32
 

À LUPA - Comércio tradicional

 


O pequeno comércio tradicional, geralmente disperso por diversos estabelecimentos independentes, enfrenta novos desafios, devido ao contínuo e acelerado processo de mudança, característico do mercado actual, no qual se encontram envolvidas as estruturas comerciais das grandes empresas mundiais.
No concelho de Loures, e apesar da evolução dos tempos que trouxeram consigo o aparecimento de grandes superfícies, o comércio tradicional beneficia ainda de forte expressão em algumas freguesias, de que é exemplo Moscavide, onde está situado um dos maiores “centros comerciais a céu aberto” do concelho, constituindo, nos dias de hoje, referência para muitos munícipes.
Nas páginas seguintes, a Loures Municipal, faz-lhe um retrato do pequeno comércio do concelho de Loures, viajando pela história e detendo-se na actualidade.
O que é o comércio tradicional?
Onde está situado?
Que mais-valias tem para oferecer?
O que fazer para o dinamizar?
Quais as maiores dificuldades?
Que passos seguir para abrir um ramo de negócio?
Estas são algumas das questões para as quais encontrará resposta.

 
 

Comércio Tradicional
A arte de bem-servir

 

O comércio e o movimento que origina marcam significativamente a imagem de uma cidade.
Com uma oferta diferenciadora das novas alternativas comerciais, o comércio tradicional continua a desempenhar papel marcante no desenvolvimento das comunidades, perpetuando a tradição de proximidade e de bem-servir os clientes.

 


Difícil de definir, pela evolução que foi sofrendo ao longo dos tempos, pode dizer-se que o comércio tradicional é composto por pequenos estabelecimentos de venda a retalho, normalmente especializados na transacção de certo tipo de produtos particulares. São disso exemplo mercearias, talhos, padarias e drogarias, entre muitos outros estabelecimentos. O comércio tradicional caracteriza-se também por ser propriedade de pessoas individuais ou pequenas sociedades, muitas vezes negócios familiares que vão passando de geração em geração, sendo, em muitos casos, proprietário, gerente e vendedor a mesma pessoa.

 

Acompanhando a implantação das primeiras grandes superfícies comerciais no País, o conceito de comércio tradicional começou a ser mais utilizado na década de setenta, de modo a distinguir as duas formas de actividade comercial.


As grandes superfícies introduziram a técnica do livre serviço, até aí sem expressão no tecido comercial nacional. É uma técnica que consiste em organizar a exposição dos produtos de modo a que os consumidores circulem pelo estabelecimento sem necessidade da intervenção do vendedor.


Por outro lado, o comércio tradicional distingue-se por disponibilizar um atendimento personalizado, privilegiando o contacto directo com o cliente. Nestes estabelecimentos, o vendedor preocupa-se não só com a venda dos produtos, mas também em informar os clientes sobre as suas características, ajudando-os na própria decisão de compra. Normalmente, quem opta por realizar compras no comércio dito tradicional é motivado por questões inerentes à forma de atendimento, à simpatia dos vendedores e à atenção que lhe é dedicada. A proximidade com os clientes é uma das especificidades mais marcantes do comércio tradicional, sendo também frequente a figura do“cliente habitual”, que prefere comprar nos pequenos estabelecimentos, fidelizando a sua compra na mesma loja.


Comércio em Loures


O comércio tradicional sempre marcou fortemente a vida das comunidades. Também no quotidiano de Loures adquiriu e continua a adquirir relevância, tendo sofrido as transformações inerentes à evolução da sociedade e dos mercados.


Nos inícios do século passado, o comércio no concelho caracterizava-se pela existência de pequenos estabelecimentos comerciais, usualmente unidades familiares, em que os empregados eram parentes do proprietário.


As lojas proporcionavam ambiente familiar, e eram locais de conversa, troca de ideias e de informações sobre o que acontecia na região – tabernas, barbeiros, casas de chá, adegas, cabeleireiros, ou qualquer outra. Havia uma relação próxima e de confiança com os clientes, a ponto de o comerciante fiar quando o cliente não tinha dinheiro para pagar.


O comércio tradicional era um ponto de encontro com forte componente de sociabilização.

 

Com o crescimento económico e a maior circulação de informação, as pessoas deixaram de comprar apenas o essencial, atentando também na selecção dos produtos. Todas estas circunstâncias fizeram com que os proprietários dos estabelecimentos começassem a preocupar-se em atrair clientes e superar a concorrência, procurando distinguir-se dos demais através de aspectos como a decoração ou o conforto da loja.


O aparecimento de centros comerciais e outras grandes superfícies ocasionou nova concorrência ao comércio tradicional, que tem tentado cativar, mediante oferta atractiva e diferenciadora, fortemente caracterizada pelo atendimento personalizado que não se encontra nos grandes centros.


Actualmente, a implantação do comércio tradicional tem no concelho maior expressão nas freguesias de Loures e de Moscavide, cada uma com 132 estabelecimentos de comércio a retalho e de reparação de bens pessoais e domésticos, seguindo-se-lhes as freguesias de Sacavém, com 111 estabelecimentos da mesma espécie, Camarate, com 67, São João da Talha, com 62 e Portela, com 61.

 

Apesar das transformações ocorridas, o comércio tradicional permanece e assume especial relevância no centro das cidades ou freguesias, sendo cada vez mais uma ferramenta estratégica na revitalização dessas zonas.

 

 

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A Associação Empresarial de Comércio e Serviços dos Concelhos de Loures e Odivelas (AECSCLO) conta com cerca de dois mil associados e empenha-se há longos anos em desempenhar o papel para o qual foi criada: ser um motor de desenvolvimento económico
regional, através do apoio a centenas de empresários do sector do comércio.

Um trabalho nem sempre fácil e que exige o esforço conjunto da associação, dos comerciantes e das autoridades locais.
A Loures Municipal falou com Francisco Matias, Presidente da AECSCLO, que nos deu a conhecer o trabalho efectuado, as dificuldades enfrentadas e os objectivos desta entidade.

O comércio tradicional como uma mais-valia

“O comércio tradicional no concelho de Loures está como em Portugal. Está mal. Mas a crise não está só patente neste tipo de comércio. A crise é visível em todo o tipo de comércio, mesmo nas grandes superfícies.” Quem o afirma é o Presidente da AECSCLO, Francisco Matias, profissional do pequeno comércio há mais de 50 anos e para quem este ramo de negócio já viu melhores dias. Por essa razão, refere, “o comércio tradicional deve ser defendido”, até porque “sabe-se que até 2009 vão abrir mais um milhão de metros quadrados de grandes superfícies”. Ainda assim, de acordo com Francisco Matias, os comerciantes têm uma imagem bastante optimista do seu estabelecimento, pois elegem como pontos fortes da sua política comercial a qualidade e o atendimento.


De facto, os estabelecimentos tradicionais alicerçam a arte de comerciar na venda ao balcão, no contacto directo com o cliente e no atendimento personalizado. O comerciante não só vende mercadorias como também presta um serviço: expõe os artigos, informa os clientes sobre as suas características e ajuda-os a tomar as decisões. «As pessoas que entram numa loja destas e se deparam com a afabilidade da pessoa que está a atender costumam dizer: “Pensava que isto já não existia, que bem que soube!” A fidelização do cliente passa por recebê-lo com agrado, conhecê-lo a si e às suas preferências e, sobretudo, por saber comunicar», prossegue Francisco Matias.


A principal dificuldade sentida pela maioria dos comerciantes é a evolução desfavorável do mercado. Segundo o Presidente da AECSCLO, “neste momento, a estratégia é esperar. Não por falta de imaginação. Os comerciantes têm muitas ideias para pôr em prática e elevar o seu estabelecimento e o comércio tradicional. Mas, como não há dinheiro, temos de esperar por dias melhores”. Para Francisco Matias os comerciantes têm de saber evoluir com as exigências de mercado, saber detectar as necessidades, adequar a oferta e a procura, inovar, animar a loja, “mas quando houver condições financeiras. O pequeno comércio sabe esperar, porque gosta do que faz”, remata.

O espírito associativista

Compete à Associação de Comerciantes a difícil tarefa de reforçar o espírito de associativismo. Com cerca de dois mil associados, a falta de interajuda entre os próprios comerciantes deverá ser atenuada, segundo Francisco Matias, através do estímulo à comunicação entre si, já que devem ver-se como parceiros económicos e não como concorrentes directos, de forma a que, em conjunto, possam satisfazer as necessidades dos consumidores e, por sua vez, melhorar o negócio individual. O espírito individualista da maioria dos comerciantes parece ser o maior constrangimento que impede a reunião de esforços e a criação de medidas alternativas à crise do comércio tradicional: “Se fôssemos todos unidos tínhamos mais força. Estou sempre a desafiar os nossos sócios: ponham os vossos problemas, critiquem, mas digam como é que se tem de fazer”, defendeu Francisco Matias.


Mas nem só dos esforços dos comerciantes se desenvolve o pequeno comércio. A requalificação de espaços públicos envolvendo a área comercial, através de melhores condições de acesso e circulação, também estimula o acto da compra. “O comércio não vive sem o desenvolvimento das terras. O comerciante é um investidor, quer ganhar dinheiro, quer trabalhar. Uma cidade desenvolvida, florida, limpa e organizada ajuda ao comércio. O que é bom atrai as pessoas”.


As funções que Francisco Matias atribui às autarquias são estas: “A Câmara de Loures tem melhores condições para tomar iniciativas de modo a atrair pessoas ao concelho. Além de ter o poder para proceder regularmente à manutenção das ruas, também a promoção de acções de carácter lúdico e recreativo podem conquistar novos consumidores.” Prosseguindo, o comerciante reconheceu que “a relação da AECSCLO com a Câmara é a melhor. Estamos sempre disponíveis para apoiar quando formos solicitados”.

A AECSCLO como estrutura de apoio

Por força da evolução da conjuntura económica, social e política, a AECSCLO possui um vasto leque de prestação de serviços, que vai desde a assessoria jurídica, económica e técnica, aos serviços administrativos e à formação profissional. A AECSCLO elabora toda a documentação necessária, dando apoio efectivo junto das entidades públicas e privadas. Para maior apoio possui ainda um boletim informativo, de periodicidade bimestral, onde dá a conhecer toda a legislação que vai saindo para a área do comércio e serviços.


Entre as diversas tarefas preconizadas pela Associação de Comerciantes estão a organização e actualização do cadastro das empresas e a obtenção das informações necessárias ao funcionamento da colectividade, nomeadamente no que respeita à contratação colectiva e demais relações de trabalho, colaboração com organismos oficiais e outras entidades para a solução dos problemas económicos, sociais e fiscais dos sectores, e a apresentação de soluções para problemas que se refiram aos horários de funcionamento dos estabelecimentos, entre outros aspectos.


Sede:
Loures – Rua Dr. Teófilo Braga, n.º 20 – 2.º Esq.,
2670-480 Loures
Telefone: 21 983 00 65/Fax 21 982 11 36


Delegação de Moscavide:
Rua António Maria Pais, n.º 6 – 3º Dto.,
1885-001 Moscavide
Telefone/Fax: 21 944 53 93
E-mail: aecsclo@gmail.com


Delegação de Odivelas:
Av. D. Dinis, Mercado Novo, Loja 13,
2675 Odivelas
Telefone/Fax: 21 933 48 40

 

Um pouco de história

 

A criação da AECSCLO remonta a 1943, ano em que um pequeno grupo de comerciantes de Loures e arredores deu início a um movimento associativo no concelho, com a fundação do Grémio do Comércio do Concelho de Loures.


Em 1974, com a mudança do regime político, aquele organismo deu origem à conhecida Associação de Comerciantes do Concelho de Loures, denominação alterada para Associação Empresarial de Comércio e Serviços dos Concelhos de Loures e Odivelas, não só como resultado da divisão do concelho de Loures e da criação do de Odivelas, mas também do alargamento a empresários de outras actividades económicas.


Inicialmente criada por e para comerciantes, a natural evolução da conjuntura económica exigiu que o seu âmbito se alargasse, sendo actualmente uma associação de empresários, que exercem a actividade económica de comércio e/ou de serviços.

 

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Legislação e licenciamentos
Abrir um estabelecimento comercial

Algumas pessoas encontram dificuldades para abrir um estabelecimento comercial, deparando-se com questões burocráticas como o licenciamento do estabelecimento.
Para lhe dar uma ajuda, a Loures Municipal investigou e explica-lhe os passos a dar.

 

O Programa de Modernização Administrativa do Governo (SIMPLEX) estabelece, como um dos principais objectivos, a adopção de medidas que permitam às empresas “obter mais rapidamente licenças e autorizações e cumprir outras formalidades de que necessitam para exercer a sua actividade”, sendo que uma das vertentes consiste na “eliminação dos controlos e constrangimentos prévios, desnecessários ou desproporcionados, desenvolvendo o princípio da confiança e da responsabilização”.


Assim, no âmbito deste esforço de simplificação têm vindo a ser progressivamente introduzidas alterações ao quadro legal, visando desburocratizar os procedimentos.

 

O licenciamento dos estabelecimentos comerciais é actualmente e regra geral da competência exclusiva das câmaras municipais, sendo-lhe aplicável o regime jurídico da urbanização e da edificação, e atenta igualmente a legislação aplicável para efeitos das licenças de construção e de utilização, às obras particulares.


Existe um regime especial de licenciamento de estabelecimentos comerciais que, pela sua relevância prática e em termos empresariais, merece uma atenção particular. Referimo-nos à instalação dos estabelecimentos de comércio ou armazenagem de produtos alimentares, bem como dos estabelecimentos de comércio de produtos não alimentares e de prestação de serviços, cujo regime se encontra previsto no Decreto-Lei n.º 259/2007, de 17 de Julho.


Este diploma, que entrou em vigor a 16 de Agosto, define que a instalação destes estabelecimentos fica apenas sujeita à apresentação de declaração prévia, substituindo assim a vistoria prévia à elaboração e emissão de alvará relativo ao funcionamento.


Deste modo, qualquer cidadão que queira abrir, ou mudar de actividade, ramo de negócio,
ou titular de exploração, ou ainda ampliar, reduzir ou encerrar um estabelecimento comercial, tem de apresentar uma declaração prévia na respectiva Câmara Municipal, enviando cópia da mesma para a Direcção-Geral das Actividades Económicas.


No caso da abertura ou alteração, a declaração deverá ser entregue até 20 dias úteis antes da data prevista para esse procedimento e, no caso de encerramento, esses 20 dias contam a posteriori.


Só após os referidos organismos terem confirmado que os procedimentos da declaração prévia se encontram devidamente instruídos é que o comprovativo da sua apresentação é emitido, no prazo de cinco dias úteis a partir da entrega, para se proceder à sua abertura ou modificação.


Os estabelecimentos ficam sujeitos, em qualquer altura do seu funcionamento, a serem fiscalizados pelas autoridades competentes – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) ou entidades com outras atribuições, como as câmaras municipais, autoridades de saúde e demais organizações que intervenham no âmbito dos requisitos especiais.


No portal da Direcção-Geral das Actividades Económicas, em www.dgae.mineconomia.pt, poderá encontrar o exemplar do formulário da Declaração de Instalação, Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos Comerciais e de Serviços. Também a ASAE, na sua página de Internet, em www.asae.pt, disponibiliza informações sobre matérias específicas, que permitem lembrar e alertar os agentes económicos para as regras a cumprir no exercício da sua actividade económica.

 

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SACE
Apoio na criação de empresas

 

Comunicação no exterior

 

A Câmara Municipal de Loures, através da Divisão de Actividades Económicas, disponibiliza, para empresários já instalados no concelho ou futuros empresários que pretendam instalar-se, o Serviço de Apoio a Criação de Empresas (SACE).


Ao dirigirem-se ao SACE, os actuais ou futuros empresários poderão obter esclarecimentos relativos ao enquadramento legal aplicável à instalação e desenvolvimento da sua actividade e respectivos requisitos e processos de licenciamento.


Este serviço procura dar resposta às necessidades de quem quer montar o seu negócio próprio, pretende desenvolver empresas que já existem, ou de quem procura emprego.


Nesse sentido, o SACE desenvolve um conjunto de actividades de apoio ao desenvolvimento da ideia de negócio, à elaboração do projecto e selecção dos financiamentos disponíveis para cada caso (levando em conta a ideia de empresa, características do empreendimento, perfil do promotor, e contactos das entidades que os promovem), prestando igualmente esclarecimentos relativos às formalidades para a criação de empresas e licenciamento de instalações e de actividade.


Em conjunto com os promotores, o SACE elabora também projectos de candidatura aos incentivos à criação de empresas/emprego disponíveis.


Para além do acompanhamento personalizado, o SACE disponibiliza um Centro de Recursos, onde poderá encontrar informações variadas como contactos de entidades, sistemas de incentivos comunitários (legislação, formulários, minutas), informações económica e institucional (sistema de ensino/formação, formalidades para a criação de empresas, financiamentos, licenciamentos por área de actividade, entre outros).

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MegaRede
Modernizar para aproximar

O projecto MegaRede, existente há ano e meio, permite que, num mesmo estabelecimento comercial, o cliente possa adquirir uma maior proximidade com o seu lojista de sempre. Para o comerciante, é um modo de modernizar o seu ponto de venda e de potenciar o seu negócio, gerando múltiplos serviços no seu estabelecimento.

 

Comunicação no exterior

 

A MegaRede é um projecto concebido e impulsionado pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, tendo como objectivo fomentar a dinamização e revitalização do comércio tradicional, pela venda de novos serviços e produtos, que vêm complementar a actividade tradicional dos estabelecimentos comerciais através de tecnologias e redes assentes na Internet. Quem compra o jornal ou o pão pode simultaneamente comprar outros produtos ou pagar determinada factura.

 

Modernizar o comércio de rua, dotar os comerciantes de novas ferramentas tecnológicas, de fácil manuseamento, para atrair mais clientes às suas lojas, facilitar o acesso das populações a determinados serviços de forma fácil e cómoda numa loja perto de casa, foram factores determinantes para a criação da MegaRede.


Os pontos de venda, identificados com o logótipo “MegaRede”, são dotados de ecrã de grande dimensão para difundir imagens e de um terminal multifunções que permite o acesso à Internet no ponto de venda.

 

O consumidor pode adquirir uma grande variedade de artigos, desde brinquedos a jogos, consolas, relógios e telemóveis, passando por perfumes e artigos de informática, ou efectuar pagamentos de serviços e até comprar bilhetes para espectáculos.


As candidaturas podem ser feitas em megarede.pt, ou, no que diz respeito a Loures, na Associação Empresarial de Comércio e Serviços, mediante o preenchimento de formulário próprio.

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Em tempo de Natal…
Comércio tradicional ganha novo alento

 

É pelo Natal que o comércio tradicional ganha mais força. Os presentes para a família levam milhares de pessoas às zonas onde o comércio é mais visível.
As grandes superfícies são a primeira escolha para muitos, que preferem fazer compras num local onde poderão encontrar centenas de lojas dos mais diversos produtos. No entanto, são ainda numerosos os que optam por fazer as suas compras de Natal
no comércio tradicional.


É no pequeno comércio tradicional que muitas pessoas optam por fazer as suas compras de Natal. Não só pelo atendimento personalizado, como também porque podem apreciar as montras e as iluminações da época festiva, colocadas nas ruas.


Por isso, os pequenos centros de comércio tradicional ganham mais vida nesta época, enchendo-se de luz, cor e alegria.

 

É ao anoitecer que, nestes locais, se acendem as iluminações que dão forma a sinos, anjos, estrelas, e aos mais variados motivos alusivos, ficando as ruas repletas de pessoas que aproveitam para apreciar as decorações coloridas e percorrer as lojas à procura do melhor presente para familiares e amigos. É um frenesim que traz aos comerciantes um novo alento.

 

De facto, o Natal é a época mais esperada, pois contribui para a subida dos índices de facturação. A procura de produtos e as estratégias de marketing associadas ao espírito natalício chamam a atenção dos compradores.


Dezembro é assim o mês em que os pequenos comerciantes vendem quase tanto como no resto do ano, pelo que é precioso todo o tempo que conseguem estar abertos, e são muitos os que nesta época fazem horários próximos dos dos centros comerciais.


Loures não foge à regra, e um pouco por toda a parte se podem observar as ruas com iluminações alusivas à quadra, as montras decoradas a preceito para concursos promovidos por juntas de freguesia para, num apelo à criatividade, se incentivar a população a efectuar as suas compras de Natal no comércio tradicional.


A Loures Municipal foi à rua e pediu a opinião dos consumidores sobre as vantagens de comprar no comércio tradicional.

 

Opinião

 

“Prefiro comprar no comércio tradicional porque vivo numa zona onde há muitos lojistas. Acho que temos o dever de ajudar os comerciantes e o Município. No comércio tradicional temos também a vantagem de não termos que nos deslocar para muito longe da nossa área de residência, porque ao virar da esquina encontramos quase sempre uma loja de comércio tradicional.”

 

 

“Prefiro comprar no comércio tradicional, porque sei que encontro sempre uma grande variedade de produtos com muito mais qualidade. Acho que só pela alegria das pessoas na rua a fazer as suas compras vale mais a pena fazer as compras no comércio tradicional do que nas grandes superfícies.”

 

 

“Normalmente gosto de comprar no comércio tradicional porque tem uma grande variedade de produtos. Por exemplo, nesta altura do ano prefiro comprar o bacalhau no comércio tradicional. No entanto, as grandes superfícies têm a vantagem de ter tudo concentrado e por isso de ser mais rápido.”

 

 

“Trabalho numa zona onde há muito comércio, já conheço as pessoas e principalmente os comerciantes, por isso prefiro comprar no comércio tradicional até porque os centros comerciais têm sempre muita confusão.”

 

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Cartão Jovem
Aliado do comércio tradicional

 


O Cartão Jovem Munícipe co-branded e Geração L, já bem conhecidos dos adolescentes e jovens do concelho de Loures, são também bons aliados do comércio tradicional, oferecendo vantagens em diversos estabelecimentos.

 

O Cartão Jovem co-branded, da Câmara Municipal de Loures e Movijovem, dá a possibilidade de os jovens munícipes (dos 12 aos 25 anos) usufruírem de um conjunto de vantagens na utilização de bens e serviços da responsabilidade do Município e dos agentes comerciais de Loures, ao mesmo tempo que visa uma maior qualidade de vida e também maior participação na acção cultural e social.

 

Por sua vez, o Geração L é uma iniciativa exclusiva da Câmara de Loures destinada aos jovens residentes, estudantes ou trabalhadores no concelho, com idades entre os 26 e os 30 anos, oferecendo descontos em equipamentos, bens e serviços da Autarquia, bem como junto do comércio local.


Ambos os cartões podem ser adquiridos em qualquer Gabinete de Apoio à Juventude ou nas lojas municipais dos centros comerciais Carrefour e LoureShopping.


Aqui ficam os estabelecimentos onde pode obter descontos:

 

Vidraria 1001
Rua Comandante Carvalho
Araújo, 4, Fanqueiro, 2670-356 Loures
Telefone: 21 983 67 84


Elda Modas
Rua António Maria Pais, n.º 10-A,
1885-001 Moscavide
Telefone: 21 944 75 37


Loja Very Nice de Carla Coelho – Adereços para festas
Largo Tristão Vaz Teixeira, Lote 16, loja 13,
2660-445 Santo António dos Cavaleiros
Telefone: 21 988 29 86/96 601 93 13

 

Papelaria Livraria Sequeira e Sequeira, Lda. –“A Escolar”
Rua Santo António, C. C. Santo António, loja 9,
2660-321 Santo António dos Cavaleiros
Telefone: 21 988 10 02


Artes Decorativas – Papelaria Sequeira e Sequeira, Lda.
Rua Santo António, C. C. Santo António, loja 9,
2660-321 Santo António dos Cavaleiros
Telefone: 21 988 10 02


General Óptica LoureShopping
Av. das Descobertas, 90,
2670-457 Loures
Telefone: 21 983 23 79


Maria Graziela P. C. Ferreira – Bazar e drogaria
C. C. Quinta Nova, Lote 17,
2685-Sacavém
Telefone: 21 942 43 30


Joaquim Pereira Ferreira – Electrodomésticos
C. C. Quinta Nova, lote 17,
2685-Sacavém
Telefone: 21 942 43 30


Insectiflora, Lda – Lavoura e jardinagem
Rua Avelar Brotero, 5-A/B,

2670-418 Loures
Telefone: 21 983 03 55

 

 

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