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Comércio Tradicional
A arte de bem-servir
O comércio e o movimento
que origina marcam
significativamente
a imagem de uma cidade.
Com uma oferta
diferenciadora
das novas alternativas
comerciais,
o comércio tradicional
continua a desempenhar
papel marcante
no desenvolvimento
das comunidades,
perpetuando a tradição
de proximidade e de
bem-servir os clientes.

Difícil de definir, pela evolução que foi
sofrendo ao longo dos tempos, pode dizer-se
que o comércio tradicional é composto por
pequenos estabelecimentos de venda a retalho,
normalmente especializados na transacção de
certo tipo de produtos particulares. São disso
exemplo mercearias, talhos, padarias e drogarias,
entre muitos outros estabelecimentos.
O comércio tradicional caracteriza-se também
por ser propriedade de pessoas individuais ou
pequenas sociedades, muitas vezes negócios
familiares que vão passando de geração em
geração, sendo, em muitos casos, proprietário,
gerente e vendedor a mesma pessoa.
Acompanhando a implantação das primeiras
grandes superfícies comerciais no País,
o conceito de comércio tradicional começou
a ser mais utilizado na década de setenta, de
modo a distinguir as duas formas de actividade
comercial.
As grandes superfícies introduziram a
técnica do livre serviço, até aí sem expressão
no tecido comercial nacional. É uma técnica
que consiste em organizar a exposição dos
produtos de modo a que os consumidores circulem pelo estabelecimento sem necessidade
da intervenção do vendedor.
Por outro lado, o comércio tradicional distingue-se por disponibilizar um atendimento
personalizado, privilegiando o contacto directo
com o cliente. Nestes estabelecimentos, o vendedor
preocupa-se não só com a venda dos
produtos, mas também em informar os clientes
sobre as suas características, ajudando-os na
própria decisão de compra. Normalmente,
quem opta por realizar compras no comércio
dito tradicional é motivado por questões
inerentes à forma de atendimento, à simpatia
dos vendedores e à atenção que lhe é dedicada.
A proximidade com os clientes é uma das especificidades
mais marcantes do comércio tradicional,
sendo também frequente a figura do“cliente habitual”, que prefere comprar nos
pequenos estabelecimentos, fidelizando a sua
compra na mesma loja.
Comércio em Loures
O comércio tradicional sempre marcou
fortemente a vida das comunidades. Também
no quotidiano de Loures adquiriu e continua a adquirir relevância, tendo sofrido as transformações
inerentes à evolução da sociedade
e dos mercados.
Nos inícios do século passado, o comércio
no concelho caracterizava-se pela existência
de pequenos estabelecimentos comerciais,
usualmente unidades familiares, em que os
empregados eram parentes do proprietário.
As lojas proporcionavam ambiente familiar,
e eram locais de conversa, troca de ideias
e de informações sobre o que acontecia na
região – tabernas, barbeiros, casas de chá,
adegas, cabeleireiros, ou qualquer outra. Havia
uma relação próxima e de confiança com os
clientes, a ponto de o comerciante fiar quando
o cliente não tinha dinheiro para pagar.
O comércio tradicional era um ponto de
encontro com forte componente de sociabilização.
Com o crescimento económico e a maior
circulação de informação, as pessoas deixaram
de comprar apenas o essencial, atentando
também na selecção dos produtos. Todas estas
circunstâncias fizeram com que os proprietários
dos estabelecimentos começassem a
preocupar-se em atrair clientes e superar a
concorrência, procurando distinguir-se dos
demais através de aspectos como a decoração
ou o conforto da loja.
O aparecimento de centros comerciais e
outras grandes superfícies ocasionou nova
concorrência ao comércio tradicional, que tem
tentado cativar, mediante oferta atractiva e
diferenciadora, fortemente caracterizada pelo
atendimento personalizado que não se encontra
nos grandes centros.
Actualmente, a implantação do comércio
tradicional tem no concelho maior expressão
nas freguesias de Loures e de Moscavide,
cada uma com 132 estabelecimentos de
comércio a retalho e de reparação de bens
pessoais e domésticos, seguindo-se-lhes as
freguesias de Sacavém, com 111 estabelecimentos
da mesma espécie, Camarate, com 67,
São João da Talha, com 62 e Portela, com 61.
Apesar das transformações ocorridas, o
comércio tradicional permanece e assume
especial relevância no centro das cidades ou
freguesias, sendo cada vez mais uma ferramenta
estratégica na revitalização dessas
zonas.

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A Associação Empresarial de
Comércio e Serviços dos
Concelhos de Loures e Odivelas
(AECSCLO) conta com cerca
de dois mil associados e
empenha-se há longos anos
em desempenhar o papel para
o qual foi criada: ser um motor
de desenvolvimento económico
regional, através do apoio
a centenas de empresários
do sector do comércio.
Um trabalho nem sempre fácil
e que exige o esforço
conjunto da associação,
dos comerciantes e das
autoridades locais.
A Loures Municipal falou com
Francisco Matias, Presidente
da AECSCLO, que nos deu
a conhecer o trabalho efectuado,
as dificuldades enfrentadas
e os objectivos desta entidade.
O comércio tradicional
como uma mais-valia
“O comércio tradicional no concelho de
Loures está como em Portugal. Está mal. Mas
a crise não está só patente neste tipo de
comércio. A crise é visível em todo o tipo
de comércio, mesmo nas grandes superfícies.” Quem o afirma é o Presidente da AECSCLO,
Francisco Matias, profissional do pequeno
comércio há mais de 50 anos e para quem
este ramo de negócio já viu melhores dias. Por essa razão, refere, “o comércio tradicional
deve ser defendido”, até porque “sabe-se que
até 2009 vão abrir mais um milhão de metros
quadrados de grandes superfícies”. Ainda
assim, de acordo com Francisco Matias, os
comerciantes têm uma imagem bastante
optimista do seu estabelecimento, pois elegem
como pontos fortes da sua política comercial
a qualidade e o atendimento.
De facto, os estabelecimentos tradicionais
alicerçam a arte de comerciar na venda ao
balcão, no contacto directo com o cliente e
no atendimento personalizado. O comerciante
não só vende mercadorias como também presta
um serviço: expõe os artigos, informa os
clientes sobre as suas características e ajuda-os a tomar as decisões. «As pessoas que entram
numa loja destas e se deparam com a afabilidade
da pessoa que está a atender costumam
dizer: “Pensava que isto já não existia, que
bem que soube!” A fidelização do cliente passa
por recebê-lo com agrado, conhecê-lo a si e às suas preferências e, sobretudo, por saber
comunicar», prossegue Francisco Matias.
A principal dificuldade sentida pela maioria
dos comerciantes é a evolução desfavorável
do mercado. Segundo o Presidente da
AECSCLO, “neste momento, a estratégia é esperar.
Não por falta de imaginação. Os comerciantes
têm muitas ideias para pôr em prática
e elevar o seu estabelecimento e o comércio
tradicional. Mas, como não há dinheiro, temos
de esperar por dias melhores”. Para Francisco
Matias os comerciantes têm de saber evoluir
com as exigências de mercado, saber detectar
as necessidades, adequar a oferta e a procura,
inovar, animar a loja, “mas quando houver
condições financeiras. O pequeno comércio
sabe esperar, porque gosta do que faz”,
remata.
O espírito associativista
Compete à Associação de Comerciantes a
difícil tarefa de reforçar o espírito de associativismo.
Com cerca de dois mil associados, a
falta de interajuda entre os próprios comerciantes
deverá ser atenuada, segundo Francisco
Matias, através do estímulo à comunicação
entre si, já que devem ver-se como parceiros
económicos e não como concorrentes directos,
de forma a que, em conjunto, possam satisfazer
as necessidades dos consumidores e, por sua
vez, melhorar o negócio individual. O espírito
individualista da maioria dos comerciantes
parece ser o maior constrangimento que impede
a reunião de esforços e a criação de medidas
alternativas à crise do comércio tradicional: “Se fôssemos todos unidos tínhamos mais
força. Estou sempre a desafiar os nossos sócios:
ponham os vossos problemas, critiquem, mas
digam como é que se tem de fazer”, defendeu
Francisco Matias.
Mas nem só dos esforços dos comerciantes
se desenvolve o pequeno comércio. A requalificação
de espaços públicos envolvendo a área comercial, através de melhores condições
de acesso e circulação, também estimula o
acto da compra. “O comércio não vive sem
o desenvolvimento das terras. O comerciante é um investidor, quer ganhar dinheiro, quer
trabalhar. Uma cidade desenvolvida, florida,
limpa e organizada ajuda ao comércio. O que é bom atrai as pessoas”.
As funções que Francisco Matias atribui às autarquias são estas: “A Câmara de Loures
tem melhores condições para tomar iniciativas
de modo a atrair pessoas ao concelho. Além
de ter o poder para proceder regularmente à
manutenção das ruas, também a promoção
de acções de carácter lúdico e recreativo
podem conquistar novos consumidores.”
Prosseguindo, o comerciante reconheceu que “a relação da AECSCLO com a Câmara é a
melhor. Estamos sempre disponíveis para
apoiar quando formos solicitados”.
A AECSCLO como
estrutura de apoio
Por força da evolução da conjuntura
económica, social e política, a AECSCLO possui
um vasto leque de prestação de serviços, que
vai desde a assessoria jurídica, económica e
técnica, aos serviços administrativos e à formação
profissional. A AECSCLO elabora toda
a documentação necessária, dando apoio
efectivo junto das entidades públicas e
privadas. Para maior apoio possui ainda um
boletim informativo, de periodicidade
bimestral, onde dá a conhecer toda a legislação
que vai saindo para a área do comércio
e serviços.
Entre as diversas tarefas preconizadas pela
Associação de Comerciantes estão a organização
e actualização do cadastro das empresas
e a obtenção das informações necessárias ao
funcionamento da colectividade, nomeadamente
no que respeita à contratação colectiva
e demais relações de trabalho, colaboração
com organismos oficiais e outras entidades
para a solução dos problemas económicos,
sociais e fiscais dos sectores, e a apresentação
de soluções para problemas que se refiram
aos horários de funcionamento dos estabelecimentos,
entre outros aspectos.
Sede:
Loures – Rua Dr. Teófilo Braga, n.º 20 – 2.º Esq.,
2670-480 Loures
Telefone: 21 983 00 65/Fax 21 982 11 36
Delegação de Moscavide:
Rua António Maria Pais, n.º 6 – 3º Dto.,
1885-001 Moscavide
Telefone/Fax: 21 944 53 93
E-mail: aecsclo@gmail.com
Delegação de Odivelas:
Av. D. Dinis, Mercado Novo, Loja 13,
2675 Odivelas
Telefone/Fax: 21 933 48 40
Um pouco de história
A criação da AECSCLO remonta a 1943, ano em que um pequeno
grupo de comerciantes de Loures e arredores deu início a um movimento
associativo no concelho, com a fundação do Grémio do Comércio do
Concelho de Loures.
Em 1974, com a mudança do regime político, aquele organismo deu
origem à conhecida Associação de Comerciantes do Concelho de Loures,
denominação alterada para Associação Empresarial de Comércio e Serviços
dos Concelhos de Loures e Odivelas, não só como resultado da divisão
do concelho de Loures e da criação do de Odivelas, mas também do
alargamento a empresários de outras actividades económicas.
Inicialmente criada por e para comerciantes, a natural evolução
da conjuntura económica exigiu que o seu âmbito se alargasse, sendo
actualmente uma associação de empresários, que exercem a actividade
económica de comércio e/ou de serviços.
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Legislação e licenciamentos
Abrir um estabelecimento
comercial
Algumas pessoas
encontram dificuldades
para abrir um
estabelecimento
comercial, deparando-se
com questões burocráticas
como o licenciamento
do estabelecimento.
Para lhe dar uma ajuda,
a Loures Municipal investigou e explica-lhe
os passos a dar.
O Programa de Modernização Administrativa
do Governo (SIMPLEX) estabelece, como
um dos principais objectivos, a adopção de
medidas que permitam às empresas “obter mais
rapidamente licenças e autorizações e cumprir
outras formalidades de que necessitam para
exercer a sua actividade”, sendo que uma das
vertentes consiste na “eliminação dos controlos
e constrangimentos prévios, desnecessários ou
desproporcionados, desenvolvendo o princípio
da confiança e da responsabilização”.
Assim, no âmbito deste esforço de simplificação
têm vindo a ser progressivamente
introduzidas alterações ao quadro legal, visando
desburocratizar os procedimentos.
O licenciamento dos estabelecimentos
comerciais é actualmente e regra geral da
competência exclusiva das câmaras municipais,
sendo-lhe aplicável o regime jurídico da urbanização
e da edificação, e atenta igualmente
a legislação aplicável para efeitos das licenças
de construção e de utilização, às obras particulares.
Existe um regime especial de licenciamento
de estabelecimentos comerciais que, pela sua
relevância prática e em termos empresariais,
merece uma atenção particular. Referimo-nos à instalação dos estabelecimentos de comércio
ou armazenagem de produtos alimentares,
bem como dos estabelecimentos de comércio
de produtos não alimentares e de prestação
de serviços, cujo regime se encontra previsto
no Decreto-Lei n.º 259/2007, de 17 de Julho.
Este diploma, que entrou em vigor a 16 de
Agosto, define que a instalação destes estabelecimentos
fica apenas sujeita à apresentação
de declaração prévia, substituindo assim
a vistoria prévia à elaboração e emissão de
alvará relativo ao funcionamento.
Deste modo, qualquer cidadão que queira
abrir, ou mudar de actividade, ramo de negócio,
ou titular de exploração, ou ainda ampliar,
reduzir ou encerrar um estabelecimento comercial,
tem de apresentar uma declaração prévia
na respectiva Câmara Municipal, enviando
cópia da mesma para a Direcção-Geral das
Actividades Económicas.
No caso da abertura ou alteração, a declaração
deverá ser entregue até 20 dias úteis
antes da data prevista para esse procedimento
e, no caso de encerramento, esses 20 dias
contam a posteriori.
Só após os referidos organismos terem
confirmado que os procedimentos da declaração
prévia se encontram devidamente
instruídos é que o comprovativo da sua apresentação
é emitido, no prazo de cinco dias úteis a partir da entrega, para se proceder à
sua abertura ou modificação.
Os estabelecimentos ficam sujeitos, em
qualquer altura do seu funcionamento, a serem
fiscalizados pelas autoridades competentes – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica
(ASAE) ou entidades com outras atribuições,
como as câmaras municipais, autoridades
de saúde e demais organizações que intervenham
no âmbito dos requisitos especiais.
No portal da Direcção-Geral das Actividades
Económicas, em www.dgae.mineconomia.pt, poderá encontrar o exemplar do
formulário da Declaração de Instalação,
Modificação e de Encerramento dos Estabelecimentos
Comerciais e de Serviços. Também
a ASAE, na sua página de Internet, em www.asae.pt, disponibiliza informações sobre
matérias específicas, que permitem lembrar
e alertar os agentes económicos para as regras
a cumprir no exercício da sua actividade
económica.
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SACE
Apoio na criação de empresas

A Câmara Municipal de Loures,
através da Divisão de Actividades
Económicas, disponibiliza,
para empresários já instalados
no concelho ou futuros empresários
que pretendam instalar-se,
o Serviço de Apoio a Criação
de Empresas (SACE).
Ao dirigirem-se ao SACE, os actuais ou
futuros empresários poderão obter esclarecimentos
relativos ao enquadramento legal
aplicável à instalação e desenvolvimento da
sua actividade e respectivos requisitos e processos
de licenciamento.
Este serviço procura dar resposta às necessidades
de quem quer montar o seu negócio
próprio, pretende desenvolver empresas que já
existem, ou de quem procura emprego.
Nesse sentido, o SACE desenvolve um conjunto
de actividades de apoio ao desenvolvimento
da ideia de negócio, à elaboração do
projecto e selecção dos financiamentos disponíveis
para cada caso (levando em conta a ideia de empresa, características do empreendimento,
perfil do promotor, e contactos das
entidades que os promovem), prestando
igualmente esclarecimentos relativos às formalidades
para a criação de empresas e licenciamento
de instalações e de actividade.
Em conjunto com os promotores, o SACE
elabora também projectos de candidatura aos
incentivos à criação de empresas/emprego
disponíveis.
Para além do acompanhamento personalizado,
o SACE disponibiliza um Centro de
Recursos, onde poderá encontrar informações
variadas como contactos de entidades, sistemas
de incentivos comunitários (legislação,
formulários, minutas), informações económica
e institucional (sistema de ensino/formação,
formalidades para a criação de empresas,
financiamentos, licenciamentos por área de
actividade, entre outros).
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MegaRede
Modernizar para aproximar
O projecto MegaRede, existente há ano e meio, permite que, num mesmo
estabelecimento comercial, o cliente possa adquirir uma maior proximidade
com o seu lojista de sempre. Para o comerciante, é um modo de modernizar
o seu ponto de venda e de potenciar o seu negócio, gerando múltiplos
serviços no seu estabelecimento.

A MegaRede é um projecto concebido e
impulsionado pela Confederação do Comércio
e Serviços de Portugal, tendo como objectivo
fomentar a dinamização e revitalização do comércio tradicional, pela venda de novos
serviços e produtos, que vêm complementar a
actividade tradicional dos estabelecimentos
comerciais através de tecnologias e redes assentes
na Internet. Quem compra o jornal ou o
pão pode simultaneamente comprar outros
produtos ou pagar determinada factura.
Modernizar o comércio de rua, dotar os
comerciantes de novas ferramentas tecnológicas,
de fácil manuseamento, para atrair mais
clientes às suas lojas, facilitar o acesso das
populações a determinados serviços de forma
fácil e cómoda numa loja perto de casa, foram
factores determinantes para a criação da
MegaRede.
Os pontos de venda, identificados com o
logótipo “MegaRede”, são dotados de ecrã
de grande dimensão para difundir imagens e
de um terminal multifunções que permite o
acesso à Internet no ponto de venda.
O consumidor pode adquirir uma grande
variedade de artigos, desde brinquedos a jogos,
consolas, relógios e telemóveis, passando por
perfumes e artigos de informática, ou efectuar
pagamentos de serviços e até comprar bilhetes
para espectáculos.
As candidaturas podem ser feitas em
megarede.pt, ou, no que diz respeito a Loures,
na Associação Empresarial de Comércio e
Serviços, mediante o preenchimento de formulário
próprio.
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Em tempo de Natal…
Comércio tradicional
ganha novo alento
É pelo Natal que o comércio
tradicional ganha mais força.
Os presentes para a família levam
milhares de pessoas às zonas
onde o comércio é mais visível.
As grandes superfícies são
a primeira escolha para muitos,
que preferem fazer compras
num local onde poderão encontrar
centenas de lojas dos mais
diversos produtos. No entanto,
são ainda numerosos os que optam
por fazer as suas compras de Natal
no comércio tradicional.
É no pequeno comércio tradicional que
muitas pessoas optam por fazer as suas compras
de Natal. Não só pelo atendimento personalizado,
como também porque podem apreciar
as montras e as iluminações da época festiva,
colocadas nas ruas.
Por isso, os pequenos centros de comércio
tradicional ganham mais vida nesta época,
enchendo-se de luz, cor e alegria.
É ao anoitecer que, nestes locais, se acendem
as iluminações que dão forma a sinos,
anjos, estrelas, e aos mais variados motivos
alusivos, ficando as ruas repletas de pessoas
que aproveitam para apreciar as decorações
coloridas e percorrer as lojas à procura do
melhor presente para familiares e amigos.
É um frenesim que traz aos comerciantes um
novo alento.
De facto, o Natal é a época mais esperada,
pois contribui para a subida dos índices
de facturação. A procura de produtos e as
estratégias de marketing associadas ao espírito
natalício chamam a atenção dos compradores.
Dezembro é assim o mês em que os
pequenos comerciantes vendem quase tanto
como no resto do ano, pelo que é precioso
todo o tempo que conseguem estar abertos, e
são muitos os que nesta época fazem horários
próximos dos dos centros comerciais.
Loures não foge à regra, e um pouco por
toda a parte se podem observar as ruas com
iluminações alusivas à quadra, as montras
decoradas a preceito para concursos promovidos
por juntas de freguesia para, num apelo à criatividade, se incentivar a população a
efectuar as suas compras de Natal no comércio
tradicional.
A Loures Municipal foi à rua e pediu a
opinião dos consumidores sobre as vantagens
de comprar no comércio tradicional.
Opinião

“Prefiro comprar no comércio tradicional
porque vivo numa zona onde há muitos
lojistas. Acho que temos o dever de ajudar
os comerciantes e o Município.
No comércio tradicional temos também
a vantagem de não termos que nos
deslocar para muito longe da nossa área de residência, porque ao virar
da esquina encontramos quase sempre
uma loja de comércio tradicional.”

“Prefiro comprar no comércio tradicional,
porque sei que encontro sempre uma grande
variedade de produtos com muito mais
qualidade. Acho que só pela alegria
das pessoas na rua a fazer as suas
compras vale mais a pena fazer
as compras no comércio tradicional
do que nas grandes superfícies.”

“Normalmente gosto de comprar no
comércio tradicional porque tem uma
grande variedade de produtos. Por
exemplo, nesta altura do ano prefiro
comprar o bacalhau no comércio
tradicional. No entanto, as grandes
superfícies têm a vantagem de ter tudo
concentrado e por isso de ser mais rápido.”

“Trabalho numa zona onde há muito
comércio, já conheço as pessoas e
principalmente os comerciantes, por isso
prefiro comprar no comércio tradicional
até porque os centros comerciais têm
sempre muita confusão.” |
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Cartão Jovem
Aliado do comércio
tradicional

O Cartão Jovem Munícipe co-branded e Geração L,
já bem conhecidos dos adolescentes e jovens
do concelho de Loures, são também bons aliados
do comércio tradicional, oferecendo vantagens em
diversos estabelecimentos.
O Cartão Jovem co-branded, da Câmara Municipal de Loures e
Movijovem, dá a possibilidade de os jovens munícipes (dos 12 aos
25 anos) usufruírem de um conjunto de vantagens na utilização de bens
e serviços da responsabilidade do Município e dos agentes comerciais
de Loures, ao mesmo tempo que visa uma maior qualidade de vida e
também maior participação na acção cultural e social.
Por sua vez, o Geração L é uma iniciativa
exclusiva da Câmara de Loures destinada aos
jovens residentes, estudantes ou trabalhadores
no concelho, com idades entre os 26 e os
30 anos, oferecendo descontos em equipamentos,
bens e serviços da Autarquia, bem
como junto do comércio local.
Ambos os cartões podem ser adquiridos
em qualquer Gabinete de Apoio à Juventude
ou nas lojas municipais dos centros comerciais
Carrefour e LoureShopping.
Aqui ficam os estabelecimentos onde pode
obter descontos:
Vidraria 1001
Rua Comandante Carvalho
Araújo, 4, Fanqueiro, 2670-356 Loures
Telefone: 21 983 67 84
Elda Modas
Rua António Maria Pais,
n.º 10-A,
1885-001 Moscavide
Telefone: 21 944 75 37
Loja Very Nice de Carla Coelho – Adereços
para festas
Largo Tristão Vaz Teixeira,
Lote 16, loja 13,
2660-445 Santo António
dos Cavaleiros
Telefone: 21 988 29 86/96 601 93 13
Papelaria Livraria Sequeira e Sequeira, Lda. –“A Escolar”
Rua Santo António,
C. C. Santo António, loja 9,
2660-321
Santo António dos Cavaleiros
Telefone: 21 988 10 02
Artes Decorativas – Papelaria Sequeira
e Sequeira, Lda.
Rua Santo António,
C. C. Santo António, loja 9,
2660-321
Santo António dos Cavaleiros
Telefone: 21 988 10 02
General Óptica LoureShopping
Av. das Descobertas, 90,
2670-457 Loures
Telefone: 21 983 23 79
Maria Graziela P. C. Ferreira – Bazar e drogaria
C. C. Quinta Nova,
Lote 17,
2685-Sacavém
Telefone: 21 942 43 30
Joaquim Pereira Ferreira – Electrodomésticos
C. C. Quinta Nova, lote 17,
2685-Sacavém
Telefone: 21 942 43 30
Insectiflora, Lda – Lavoura e jardinagem
Rua Avelar Brotero, 5-A/B,
2670-418 Loures
Telefone: 21 983 03 55
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