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Editorial
Hoje em dia, falar do vinho de Bucelas é também falar das Rotas a ele
associadas: a Rota dos Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares, a par
com a Rota dos Vinhos, do Queijo e do Património, constituem itinerários
através dos quais os visitantes podem desfrutar do melhor que a região tem
para oferecer. A oferta turística local tem vindo igualmente a ser reforçada
e complementada com actividades no âmbito do enoturismo e outras
propostas de qualidade, direccionadas para um público cada vez mais exigente.
Nesta edição da revista Loures Municipal,
contamos-lhe a história do vinho de Bucelas, que
ocupa um lugar de merecido destaque na produção
vinícola portuguesa e que tem vindo cada vez mais
a afirmar-se nos mercados internacionais, com as
exportações a crescerem significativamente nos últimos anos. Da vinha ao vinho, a produção envolve
o labor e a sabedoria das gentes – as mesmas gentes
que celebram anualmente, em Outubro, a Festa do
Vinho e das Vindimas, ponto alto do calendário
das festividades da Área Metropolitana de Lisboa e
espaço privilegiado de divulgação de artes e ofícios
tradicionais ligados à vitivinicultura. A história do
produto e da região confundem-se com as histórias
dos produtores e das suas quintas, que os leitores
poderão ficar a conhecer nas páginas desta edição,
a par com o papel de outras entidades ligadas à
actividade, também objecto de notícia.
Hoje em dia, falar do vinho de Bucelas é também
falar das Rotas a ele associadas: a Rota dos
Vinhos de Bucelas, Carcavelos e Colares, a par com
a Rota dos Vinhos, do Queijo e do Património,
constituem itinerários através dos quais os visitantes
podem desfrutar do melhor que a região tem para
oferecer. A oferta turística local tem vindo igualmente
a ser reforçada e complementada com actividades
no âmbito do enoturismo e outras propostas
de qualidade, direccionadas para um público cada
vez mais exigente. A completar este artigo, damos
a conhecer o projecto do Museu do Vinho, que a
Câmara Municipal irá criar em Bucelas e que pretende
vir a constituir-se como um verdadeiro pólo
dinamizador e promotor da cultura e das tradições
associadas à produção vitivinícola da região.
Quanto aos muitos acontecimentos que marcaram
o quotidiano municipal, o destaque vai para
a inauguração da Escola EB1/JI de Cabeço de Montachique.
Esta obra vem ao encontro das aspirações
da população local e proporciona às crianças
do 1º Ciclo e Jardim-de-Infância excelentes condições
de aprendizagem e convívio, assumindo-se
como um factor fundamental no desenvolvimento
e melhoria da qualidade de vida dos habitantes.
No que se refere às actividades económicas, a
instalação no concelho de duas novas empresas,
SEUR e Betecna, líderes de mercado, revela a importância
geoestratégica de Loures e atesta a capacidade
do Município para captar investimento de
qualidade.
O ambiente esteve no centro das atenções, com
a realização da 1.ª Feira do Ambiente e do Desenvolvimento
Sustentável, que levou até ao Parque
Urbano de Santa Iria de Azóia uma mostra de produtos
biológicos e ambientais e que foi o momento
escolhido para a Câmara de Loures assinar a Carta
de Aalborg, documento que representa um compromisso
com o desenvolvimento sustentável.
Outubro é o Mês do Idoso e mais uma vez a
Autarquia levou a cabo um conjunto de iniciativas
dirigidas a essa faixa etária. Depois do Passeio
Sénior, que levou seis mil e 500 utentes dos nossos
centros de dia a visitar Óbidos e Caldas da Rainha,
seguiram-se a Exposição de Arte Sénior, o Encontro
de Poesia e o Grande Baile de Outono.
As comemorações do Dia Mundial do Turismo
voltaram a atrair milhares de visitantes às localidades
de Santo Antão do Tojal e Sacavém. O desporto,
como vem sendo habitual, marcou a actualidade,
com diversas modalidades em destaque. Saúde,
segurança, habitação, áreas urbanas de génese ilegal,
acção social, educação e cultura estiveram igualmente
em foco.
Carlos Teixeira
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