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Editorial
Restaurado e ampliado, este imóvel histórico [Palácio dos Marqueses da Praia
e de Monforte], que foi a primeira sede do Município de Loures, entre 1887 e
1893, volta a acolher as reuniões dos órgãos autárquicos, reassumindo assim
o papel de sede do poder que lhe coube no passado. As reuniões de Câmara
e as reuniões da Assembleia Municipal têm agora lugar neste espaço
polivalente, o mesmo sucedendo com as reuniões do Conselho Municipal
de Segurança e do Conselho Municipal de Juventude, entre outras.
As questões relativas à produção, fornecimento
e consumo de energia assumem uma importância
crucial no mundo de hoje.
Indispensáveis à sobrevivência humana e ao
desenvolvimento das actividades económicas, os recursos
energéticos constituem um bem que é necessário
gerir com racionalidade.
Nos últimos anos,
a humanidade despertou para o problema do esgotamento
dos combustíveis fósseis e iniciou a
utilização de energias renováveis. Simultaneamente,
os consumidores foram adquirindo consciência
do impacte ambiental e dos custos económicos associados à exploração e consumo energéticos.
Sendo este um tema na ordem do dia, a Loures
Municipal apresenta nesta edição o balanço do investimento
e dos projectos que têm vindo a ser desenvolvidos
no Município. Neste âmbito, a construção
de edifícios públicos com recurso às mais avançadas
tecnologias de aproveitamento energético e a instalação
no concelho de semáforos alimentados a energia
solar são dois exemplos da atenção que a Câmara
dedica a esta matéria e constituem para nós motivo
de orgulho.
Quanto à actualidade concelhia, o destaque vai
para a inauguração do novo edifício municipal no
Palácio dos Marqueses da Praia e de Monforte. Restaurado
e ampliado, este imóvel histórico, que foi a
primeira sede do Município de Loures, entre 1887 e
1893, volta a acolher as reuniões dos órgãos autárquicos,
reassumindo assim o papel de sede do poder
que lhe coube no passado. As reuniões de Câmara e
as reuniões da Assembleia Municipal têm agora lugar
neste espaço polivalente, o mesmo sucedendo com
as reuniões do Conselho Municipal de Segurança e
do Conselho Municipal de Juventude, entre outras.
Uma outra prova da importância que damos
aos edifícios históricos reside na apresentação, pela
Câmara, de um projecto para a recuperação do
Edifício 4 de Outubro, o imóvel onde a bandeira
da República foi pela primeira vez hasteada, a 4 de
Outubro de 1910. O projecto foi alvo de uma candidatura
ao Mecanismo Financeiro do Espaço
Económico Europeu, aguardando-se uma decisão.
Porque o trabalho autárquico não se esgota na
realização de obras, as escolas do concelho voltaram
a estar no centro das atenções, com as iniciativas“Artes e Rabiscos” e “Escola Encena”. A mostra“Artes e Rabiscos” promoveu a divulgação dos projectos
escolares de instituições de ensino básico e
simultaneamente proporcionou momentos lúdicosàs crianças dessas escolas. A “Escola Encena” levou
aos palcos de Loures e Moscavide espectáculos produzidos
por escolas dos ensinos básico e secundário.
O ambiente marcou também a agenda dosúltimos dois meses, com a Semana do Ambiente e
da Bicicleta. A saúde esteve em destaque no mês
de Maio, Mês do Coração, com o exercício físico a
sair à rua, através da iniciativa “Exercício em Acção,
Coração de Campeão”.
A recuperação das áreas urbanas de génese ilegal
prosseguiu a bom ritmo, com a entrega do alvará
de loteamento ao Bairro da Quinta da Calçada e a
aprovação, em reunião de Câmara, do projecto
de reconversão do Bairro do Tazim. No âmbito do
Programa Especial de Realojamento, mais 16 famílias
receberam as chaves de novas habitações.
O desporto esteve mais uma vez em foco, com
várias iniciativas a decorrer um pouco por todo o
concelho, abrangendo diversas modalidades.
De tudo isto e muito mais vos damos conta
nesta edição.
Neste início da época estival, desejo a todos os
leitores umas excelentes férias.
Carlos Teixeira
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