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OPERAÇÃO QUADRO REGIONAL MARE
 

TRAMO

TRAMO – Transporte Responsável, Acções de Mobilidade e Ordenamento

1. Apresentação

O desenvolvimento sustentável das cidades é uma das principais preocupações de ordenamento do território.

A mobilidade e a acessibilidade são dois domínios essenciais para o desenvolvimento equilibrado do território.

Com este projecto pretende-se:

  • produzir um instrumento útil de trabalho que permita aumentar o conhecimento sobre a mobilidade e a acessibilidade, aplicável a cidades com indicadores de desenvolvimento económico e geográfico idênticos, não apenas para os parceiros europeus implicados, mas também para outras cidades;
  • oferecer soluções aos problemas de transporte dos polígonos industriais sem transportes públicos, às zonas residenciais cujos fluxos de população colocam problemas de tráfego nas cidades e áreas metropolitanas, através de alternativas de transporte público colectivo e de soluções inovadoras para a utilização de novas tecnologias.

2. Municípios Parceiros:

Da região de Lisboa: Loures, Moita e Barreiro
Da região de Valência: Manises, Torrent e Alicante
Da região de Génova: Universidade de Génova


3. Objectivos e resultados previstos em Loures

Objectivos

  • Estabelecer uma metodologia para a elaboração de um plano de mobilidade, adaptável a cidades até 100.000 habitantes, com redes de transportes urbanos cujos movimentos pendulares sejam fortemente marcantes;
  • Proporcionar aos parceiros implicados um aumento do conhecimento sobre a mobilidade;
  • Promover a troca e partilha de experiências entre regiões;
  • Uniformizar métodos de administração do território.

Resultados previstos

  • Realização de um manual intitulado "Manual de Metodologia e Boas Práticas para a Elaboração de um Plano de Mobilidade Sustentável" (242 pág., Formato PDF, 8 000 Mg);
  • Aumentar o conhecimento sobre a mobilidade;
  • Sensibilizar os cidadãos para as consequências dos modelos actuais de mobilidade urbana sobre a colectividade;
  • Difundir uma nova consciência sobre as condições do excessivo tráfego urbano, insuficientes níveis de qualidade de vida urbana (stress, perdas de tempo, etc.) e altas taxas de poluição acústica e atmosférica;
  • Permitir a formação de uma consciência colectiva, útil à compreensão das razões das escolhas da administração pública no que concerne à redefinição dos modelos de mobilidade;
  • Fornecer aos administradores um meio de comunicação que torne as suas escolhas compreensíveis aos cidadãos, elevando o seu nível de eficácia.